Convenções definem as candidatas para eleição de Ananás 17/11/08 15h55
Patrícia Saturno
Da Redação
Encerrado o prazo de convenções para escolha dos candidatos à eleição do dia 7 de dezembro, em Ananás, foram definidos, nesse domingo, os nomes que vão disputar o pleito. São duas chapas encabeçadas somente por mulheres, tanto para o cargo de chefe do Executivo, quanto de vice. De um lado, Raimunda Rosa (DEM) e Tia Neusa (PSL); de outro, Marinalva Borges (PMDB) e Laura de Castro Nery (PSDB).
As coligações continuam as mesmas do pleito de 5 de outubro. Apoiando a candidatura de Raimunda, estão as siglas PSL, PPS, DEM, PDT, PTN, PSC e PSB. Já a composição em torno do nome de Marinalva é formada por PTB, PP, PSDB, PMDB, PV, PRB e PT.
A nova eleição em Ananás foi determinada pelo Tribunal Regional Eleitoral, em virtude do número de votos nulos no dia 5 de outubro terem sido superiores a metade do total de votos válidos. Isso ocorreu porque o candidato melhor votado - Wilson Saraiva (PPS) - teve seu registro de candidatura anulado pelo Tribunal Superior Eleitoral. Nestes casos em que a nulidade é superior a metade, o Código Eleitoral determina que seja realizada nova eleição.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
PT quer juntar João Ribeiro, Raul Filho e Paulo Sidnei em 2010;
14/11/08 14h29 Wákila Mesquita
Da Redação
Foto: Aline Sêne
O presidente regional do PT, Donizeti Nogueira, avaliou nesta sexta-feira, 14, - para o Portal CT – a conjuntura política do Estado após as eleições de outubro. A executiva estadual de sua legenda está reunida em Palmas discutindo o pós-urnas. O ponto central da avaliação de Nogueira é a aliança que o PT quer costurar para juntar em um mesmo grupo em 2010: o prefeito reeleito de Palmas, Raul Filho (PT); o senador utista João Ribeiro (PR); e o vice-governador, Paulo Sidnei (PPS).
Além dessas três forças, Nogueira quer parceria, também, com o PMDB que caminhou com Raul em Palmas e com o PT no interior do Estado. Na visão do presidente do Partido dos Trabalhadores, a eleição de 2008 foi uma espécie de seqüência do que ocorreu em 2006 e serviu para distribuir o poder no Tocantins.
Essa distribuição do poder, continua, criou quatro forças: o ex-governador Siqueira Campos (PSDB); o governador Marcelo Miranda (PMDB), que fica com a senadoa Kátia Abreu (DEM); o senador João Ribeiro (PR); e o prefeito Raul Filho (PT), que traz consigo o PT. Essa conjuntura seria o resultado das urnas de 2006 e 2008.
João Ribeiro e Siqueira Campos
Ao ser questionado sobre a situação do senador João Ribeiro junto a União do Tocantins (UT), se o parlamentar poderia se afastar da UT. Nogueira deu uma resposta indireta comparando a força de Ribeiro a de Siqueira.
O petista disse que não acredita que João Ribeiro se afaste da UT, e completou, “ele é o líder do grupo”. Em seguida emendou: “se o PSDB vai se afastar...”. O PSDB é, hoje, o partido de Siqueira e o PT espera que o senador venha com a UT, liderada por ele. Nessa avaliação de Nogueira, quem deixaria a UT não seria o senador, e sim Siqueira Campos.
Marcelo e Kátia
Para o presidente do PT, a administração de Marcelo Miranda é “meramente transitória da hegemonia siqueirista”. Nogueira parece ter certeza de que o PT vai mesmo para o enfretamento com Marcelo em 2010. Ele disse que seu partido vai conversar com o PMDB e cita o prefeito de Palmas, em exercício, Derval de Paiva, e o presidente metropolitano do PMDB, deputado estadual Eli Borges, como fontes de diálogo.
Além desse PMDB, com o qual o partido de Lula quer conversar, e que Nogueira chama de histórico e lembra sua proximidade com o PT, existiria outro PMDB. Essa segunda legenda estaria “encastelada no Palácio Araguaia” e trabalha contra o PT. Este PMDB, segue o petista, priorizou candidaturas do DEM, em detrimento de seus próprios candidatos.
O governador Marcelo Miranda estaria com seu destino selado. Para Nogueira, o projeto político eleitoral do chefe do executivo está “umbilicalmente ligado á senadora Kátia Abreu”. Ele fala também da possibilidade de Marcelo não estar no PMDB nas disputas futuras. Colocando um “em estando” o governador no partido atual.
Raul Filho e candidatura própria
O que o PT quer mesmo é o Palácio Araguaia, e para isso, segundo seu presidente, o partido vai trabalhar a candidatura própria. O nome do candidato seria o prefeito Raul Filho (PT). Nogueira afirmou que o partido não vai entrar em uma disputa sozinho e que objetiva priorizar as alianças. Entretanto, se o partido conseguir ter candidato, o nome que hoje se apresenta é o de Raul.
Paulo Sidnei
O vice-governador Paulo Sidnei é o terceiro nome dessa espécie de triunvirato que o PT quer montar com João Ribeiro, Raul e o vice atual. Nogueira não entra em detalhes, mas se o governador Marcelo Miranda for para a disputa do senado em 2010, Sidnei estaria no comando do governo. Pode ser o nome do triunvirato para continuar no Palácio.
Outro ponto que o presidente do PT também não falou, mas que se apresenta é que, se Sidnei deixar o cargo para também tentar o senado e – todos os planos e sonhos do PT se concretizarem – Raul ou João Ribeiro tentar a disputa pelo governo, o presidente da Assembléia Legislativa, Carlos Henrique Gaguim, do PMDB, ficaria no Palácio.
O problema de qualquer plano que envolva a base do presidente Lula, e seu PT no Tocantins, com Paulo Sidnei está no PPS. A sigla onde Sidnei se abriga hoje é, nacionalmente, aliada do DEM e do PSDB.
O presidente do PT, avalia que, caso a verticalização se mantenha, o PPS poderia não fechar uma aliança nacional, o que deixaria o partido livre para alianças locais no Estados.
Da Redação
Foto: Aline Sêne
O presidente regional do PT, Donizeti Nogueira, avaliou nesta sexta-feira, 14, - para o Portal CT – a conjuntura política do Estado após as eleições de outubro. A executiva estadual de sua legenda está reunida em Palmas discutindo o pós-urnas. O ponto central da avaliação de Nogueira é a aliança que o PT quer costurar para juntar em um mesmo grupo em 2010: o prefeito reeleito de Palmas, Raul Filho (PT); o senador utista João Ribeiro (PR); e o vice-governador, Paulo Sidnei (PPS).
Além dessas três forças, Nogueira quer parceria, também, com o PMDB que caminhou com Raul em Palmas e com o PT no interior do Estado. Na visão do presidente do Partido dos Trabalhadores, a eleição de 2008 foi uma espécie de seqüência do que ocorreu em 2006 e serviu para distribuir o poder no Tocantins.
Essa distribuição do poder, continua, criou quatro forças: o ex-governador Siqueira Campos (PSDB); o governador Marcelo Miranda (PMDB), que fica com a senadoa Kátia Abreu (DEM); o senador João Ribeiro (PR); e o prefeito Raul Filho (PT), que traz consigo o PT. Essa conjuntura seria o resultado das urnas de 2006 e 2008.
João Ribeiro e Siqueira Campos
Ao ser questionado sobre a situação do senador João Ribeiro junto a União do Tocantins (UT), se o parlamentar poderia se afastar da UT. Nogueira deu uma resposta indireta comparando a força de Ribeiro a de Siqueira.
O petista disse que não acredita que João Ribeiro se afaste da UT, e completou, “ele é o líder do grupo”. Em seguida emendou: “se o PSDB vai se afastar...”. O PSDB é, hoje, o partido de Siqueira e o PT espera que o senador venha com a UT, liderada por ele. Nessa avaliação de Nogueira, quem deixaria a UT não seria o senador, e sim Siqueira Campos.
Marcelo e Kátia
Para o presidente do PT, a administração de Marcelo Miranda é “meramente transitória da hegemonia siqueirista”. Nogueira parece ter certeza de que o PT vai mesmo para o enfretamento com Marcelo em 2010. Ele disse que seu partido vai conversar com o PMDB e cita o prefeito de Palmas, em exercício, Derval de Paiva, e o presidente metropolitano do PMDB, deputado estadual Eli Borges, como fontes de diálogo.
Além desse PMDB, com o qual o partido de Lula quer conversar, e que Nogueira chama de histórico e lembra sua proximidade com o PT, existiria outro PMDB. Essa segunda legenda estaria “encastelada no Palácio Araguaia” e trabalha contra o PT. Este PMDB, segue o petista, priorizou candidaturas do DEM, em detrimento de seus próprios candidatos.
O governador Marcelo Miranda estaria com seu destino selado. Para Nogueira, o projeto político eleitoral do chefe do executivo está “umbilicalmente ligado á senadora Kátia Abreu”. Ele fala também da possibilidade de Marcelo não estar no PMDB nas disputas futuras. Colocando um “em estando” o governador no partido atual.
Raul Filho e candidatura própria
O que o PT quer mesmo é o Palácio Araguaia, e para isso, segundo seu presidente, o partido vai trabalhar a candidatura própria. O nome do candidato seria o prefeito Raul Filho (PT). Nogueira afirmou que o partido não vai entrar em uma disputa sozinho e que objetiva priorizar as alianças. Entretanto, se o partido conseguir ter candidato, o nome que hoje se apresenta é o de Raul.
Paulo Sidnei
O vice-governador Paulo Sidnei é o terceiro nome dessa espécie de triunvirato que o PT quer montar com João Ribeiro, Raul e o vice atual. Nogueira não entra em detalhes, mas se o governador Marcelo Miranda for para a disputa do senado em 2010, Sidnei estaria no comando do governo. Pode ser o nome do triunvirato para continuar no Palácio.
Outro ponto que o presidente do PT também não falou, mas que se apresenta é que, se Sidnei deixar o cargo para também tentar o senado e – todos os planos e sonhos do PT se concretizarem – Raul ou João Ribeiro tentar a disputa pelo governo, o presidente da Assembléia Legislativa, Carlos Henrique Gaguim, do PMDB, ficaria no Palácio.
O problema de qualquer plano que envolva a base do presidente Lula, e seu PT no Tocantins, com Paulo Sidnei está no PPS. A sigla onde Sidnei se abriga hoje é, nacionalmente, aliada do DEM e do PSDB.
O presidente do PT, avalia que, caso a verticalização se mantenha, o PPS poderia não fechar uma aliança nacional, o que deixaria o partido livre para alianças locais no Estados.
Campanha pelo fim da violência contra a mulher começa dia 20
A Campanha "16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres" tem nova data de lançamento: 20 de novembro. O evento consistirá em um ato político no Senado Federal, na sala da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa - CDH, a partir das 10h.
A mesa de abertura será coordenada pelo senador Paulo Paim (PT/RS), presidente da CDH. A Comissão realizará o ato em parceria com a bancada feminina do Congresso Nacional, conjuntamente com as promotoras da Campanha 16 Dias de Ativismo: a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres - SPM/PR e a Agende Ações em Gênero Cidadania e Desenvolvimento - AGENDE.
O lançamento contará, com a presença da ministra Nilcéa Freire, da SPM/PR, de representantes do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher - UNIFEM, do Fundo de População das Nações Unidas - UNFPA, além da diretora-executiva da AGENDE, Marlene Libardoni.
Na ocasião serão apresentados os materiais publicitários e informativos da Campanha 16 Dias de Ativismo. O slogan deste ano é: "Há momentos em que sua atitude faz a diferença. Lei Maria da Penha. Comprometa-se."
Os VTs publicitários foram gravados pela atriz Cissa Guimarães e pelo ator André Ramiro. A intenção é que os VTs estimulem a população a tomar atitude pelo fim da violência contra as mulheres.
Portal do Mundo do Trabalho (www.cut.org.br)
A mesa de abertura será coordenada pelo senador Paulo Paim (PT/RS), presidente da CDH. A Comissão realizará o ato em parceria com a bancada feminina do Congresso Nacional, conjuntamente com as promotoras da Campanha 16 Dias de Ativismo: a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres - SPM/PR e a Agende Ações em Gênero Cidadania e Desenvolvimento - AGENDE.
O lançamento contará, com a presença da ministra Nilcéa Freire, da SPM/PR, de representantes do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher - UNIFEM, do Fundo de População das Nações Unidas - UNFPA, além da diretora-executiva da AGENDE, Marlene Libardoni.
Na ocasião serão apresentados os materiais publicitários e informativos da Campanha 16 Dias de Ativismo. O slogan deste ano é: "Há momentos em que sua atitude faz a diferença. Lei Maria da Penha. Comprometa-se."
Os VTs publicitários foram gravados pela atriz Cissa Guimarães e pelo ator André Ramiro. A intenção é que os VTs estimulem a população a tomar atitude pelo fim da violência contra as mulheres.
Portal do Mundo do Trabalho (www.cut.org.br)
Lula proporá na reunião do G-20 mudanças no sistema financeiro mundial
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer novas regras para o sistema financeiro mundial e também maior participação dos países em desenvolvimento na gestão dos organismos encarregados de gerir as finanças mundiais. Essa posição será comunicada amanhã, em Washington (EUA), na Cúpula sobre Mercados Financeiros e Economia Mundial, com a participação dos Chefes de Estado e de Governo dos países que compõem o G-20 financeiro. O principal objetivo da reunião é estabelecer novas regras para assegurar a estabilidade financeira e econômica mundial
Segundo nota divulgada pelo Itamaraty, o Brasil defende a realização de “ mudanças na estrutura da governança financeira mundial, a fim de dotar as instituições financeiras internacionais de maior legitimidade e representatividade. A atual estrutura dá pouca voz e participação aos países em desenvolvimento, que, no entanto, não estão sendo poupados dos efeitos da crise.”
O Brasil, ainda segundo a nota, entende que as primeiras medidas tomadas pelos Governos começaram a surtir efeitos positivos, mas “ avalia ser imperativo normalizar os canais de crédito e os fluxos financeiros, a fim de limitar os impactos sobre a economia real”. O Brasil também apóia a implementação de políticas anticíclicas, visto que uma recessão aguda traria conseqüências particularmente sérias para os países em desenvolvimento.
O presidente Lula chefiará a delegação brasileira, integrada também pelo chanceler Celso Amorim, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e pelo embaixador do Brasil nos Estados Unidos, Antônio de Aguiar Patriota.
Na avaliação do deputado José Genoino (PT-SP) é preciso ver a cúpula com um “otimismo moderado”, mas ele acredita em possibilidades de mudança para enfrentar a “desordem mundial do modelo neoliberal”. Nesse aspecto, Genoino vê um papel preponderante do presidente Lula, que desde o início de seu primeiro mandato, em 2003, vem propondo mudanças no controle e fiscalização dos mercados financeiros mundiais, que se transformaram “em verdadeiro cassino à sombra do neoliberalismo”.
“Lula propõe também reformas dos organismos como o FMI e o Banco Mundial e, em seus últimas intervenções em foros mundiais, como na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, em setembro, voltou a insistir no tema e consolidou sua liderança no plano global. Essa liderança com certeza terá um papel preponderante nas discussões do G-20 financeiro”, disse Genoino.
A Cúpula do G-20 Financeiro foi convocada pelo Presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, com o objetivo de tratar da crise dos mercados financeiros e da economia mundial. O G-20 financeiro é um foro informal que reúne Ministros das Finanças e Presidentes dos Bancos Centrais de países desenvolvidos e em desenvolvimento para discutir a estabilidade econômica global. O grupo foi criado em resposta às crises econômicas do final dos anos 1990. São membros do G-20 os seguintes países: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coréia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia e Turquia. A União Européia também está representada no Grupo. Agência Informes (www.ptnacamara.org.br)
Segundo nota divulgada pelo Itamaraty, o Brasil defende a realização de “ mudanças na estrutura da governança financeira mundial, a fim de dotar as instituições financeiras internacionais de maior legitimidade e representatividade. A atual estrutura dá pouca voz e participação aos países em desenvolvimento, que, no entanto, não estão sendo poupados dos efeitos da crise.”
O Brasil, ainda segundo a nota, entende que as primeiras medidas tomadas pelos Governos começaram a surtir efeitos positivos, mas “ avalia ser imperativo normalizar os canais de crédito e os fluxos financeiros, a fim de limitar os impactos sobre a economia real”. O Brasil também apóia a implementação de políticas anticíclicas, visto que uma recessão aguda traria conseqüências particularmente sérias para os países em desenvolvimento.
O presidente Lula chefiará a delegação brasileira, integrada também pelo chanceler Celso Amorim, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e pelo embaixador do Brasil nos Estados Unidos, Antônio de Aguiar Patriota.
Na avaliação do deputado José Genoino (PT-SP) é preciso ver a cúpula com um “otimismo moderado”, mas ele acredita em possibilidades de mudança para enfrentar a “desordem mundial do modelo neoliberal”. Nesse aspecto, Genoino vê um papel preponderante do presidente Lula, que desde o início de seu primeiro mandato, em 2003, vem propondo mudanças no controle e fiscalização dos mercados financeiros mundiais, que se transformaram “em verdadeiro cassino à sombra do neoliberalismo”.
“Lula propõe também reformas dos organismos como o FMI e o Banco Mundial e, em seus últimas intervenções em foros mundiais, como na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, em setembro, voltou a insistir no tema e consolidou sua liderança no plano global. Essa liderança com certeza terá um papel preponderante nas discussões do G-20 financeiro”, disse Genoino.
A Cúpula do G-20 Financeiro foi convocada pelo Presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, com o objetivo de tratar da crise dos mercados financeiros e da economia mundial. O G-20 financeiro é um foro informal que reúne Ministros das Finanças e Presidentes dos Bancos Centrais de países desenvolvidos e em desenvolvimento para discutir a estabilidade econômica global. O grupo foi criado em resposta às crises econômicas do final dos anos 1990. São membros do G-20 os seguintes países: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coréia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia e Turquia. A União Européia também está representada no Grupo. Agência Informes (www.ptnacamara.org.br)
Lula é líder ibero-americano mais bem avaliado em pesquisa
Presidente lidera lista que inclui 16 nomes avaliados por 20 mil pessoas em 18 países.
Da BBC
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu pela primeira vez a melhor avaliação entre líderes da região ibero-americana em pesquisa realizada pela ONG chilena Latinobarómetro.
saiba mais
Ninguém está imune a investigação, diz Lula sobre Satiagraha
Lula encontra Papa Bento XVI no Vaticano
O levantamento foi realizado com base em 20.204 entrevistas realizadas em 18 países latino-americanos entre os dias 1º de setembro e 11 de outubro.
Além de Lula, foram avaliados outros nove presidentes sul-americanos, o cubano Fidel Castro, o americano George W. Bush, o mexicano Felipe Calderón, o nicaragüense Daniel Ortega e os espanhóis José Luis Rodríguez Zapatero e o rei Juan Carlos.
No ranking elaborado pela entidade, Lula ultrapassou os dois espanhóis: o rei Juan Carlos ficou em segundo lugar e o primeiro-ministro Zapatero, que tinha empatado com Lula em anos anteriores, caiu para a terceira posição.
Segundo a pesquisa, em uma escala de notas que vai de zero a dez, de "muito mal" a "muito bem", Lula recebeu 5,9 na pesquisa. No ano passado, ele tinha 5,6, a mesma avaliação de 2006. Em 2005, tinha recebido a nota 5,8.
Com a avaliação que recebeu dos entrevistados, Lula superou todos os presidentes sul-americanos avaliados no levantamento, incluindo a chilena Michelle Bachelet (4ª), o paraguaio Fernando Lugo (5º) e o colombiano Álvaro Uribe (6º).
O nome do presidente da Bolívia, Evo Morales, aparece em décimo lugar, seguido pela argentina Cristina Kirchner (11ª) e pelo venezuelano Hugo Chávez (13º).
Resultado 'esperado'
Entrevistada pela BBC Brasil, por telefone, a diretora do Latinobarómetro, Marta Lagos, baseada em Santiago, no Chile, disse que Lula "inseriu" o Brasil no cenário internacional e, com isso, também deu destaque para toda a América Latina no mundo.
"Esse resultado é óbvio, já era esperado", afirmou. "O Brasil se transformou em uma potência mundial. Lula colocou o Brasil no cenário internacional e a América Latina foi junto e reconhece isso."
Lagos interpreta ainda que os entrevistados entenderam que Lula, "sem muito barulho", superou a crise com a Bolívia e "dominou" e "controlou" a influência de Chávez na região.
Na opinião da diretora do Latinobarómetro, o rei Juan Carlos acabou em segundo lugar provavelmente por sua reação - com a frase "Por que não se cala?" - à partipação de Chávez em uma reunião regional.
Lagos destaca também que o Brasil realmente se comporta, na sua visão, como "potência", já que os brasileiros têm a noção do tamanho do país, do seu potencial e de seus problemas.
"No Brasil, parecem não acreditar nos contos mágicos", disse. "Sabem da realidade do país."
Segundo Marta Lagos, o mesmo não se observa em outros países da região.
Da BBC
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu pela primeira vez a melhor avaliação entre líderes da região ibero-americana em pesquisa realizada pela ONG chilena Latinobarómetro.
saiba mais
Ninguém está imune a investigação, diz Lula sobre Satiagraha
Lula encontra Papa Bento XVI no Vaticano
O levantamento foi realizado com base em 20.204 entrevistas realizadas em 18 países latino-americanos entre os dias 1º de setembro e 11 de outubro.
Além de Lula, foram avaliados outros nove presidentes sul-americanos, o cubano Fidel Castro, o americano George W. Bush, o mexicano Felipe Calderón, o nicaragüense Daniel Ortega e os espanhóis José Luis Rodríguez Zapatero e o rei Juan Carlos.
No ranking elaborado pela entidade, Lula ultrapassou os dois espanhóis: o rei Juan Carlos ficou em segundo lugar e o primeiro-ministro Zapatero, que tinha empatado com Lula em anos anteriores, caiu para a terceira posição.
Segundo a pesquisa, em uma escala de notas que vai de zero a dez, de "muito mal" a "muito bem", Lula recebeu 5,9 na pesquisa. No ano passado, ele tinha 5,6, a mesma avaliação de 2006. Em 2005, tinha recebido a nota 5,8.
Com a avaliação que recebeu dos entrevistados, Lula superou todos os presidentes sul-americanos avaliados no levantamento, incluindo a chilena Michelle Bachelet (4ª), o paraguaio Fernando Lugo (5º) e o colombiano Álvaro Uribe (6º).
O nome do presidente da Bolívia, Evo Morales, aparece em décimo lugar, seguido pela argentina Cristina Kirchner (11ª) e pelo venezuelano Hugo Chávez (13º).
Resultado 'esperado'
Entrevistada pela BBC Brasil, por telefone, a diretora do Latinobarómetro, Marta Lagos, baseada em Santiago, no Chile, disse que Lula "inseriu" o Brasil no cenário internacional e, com isso, também deu destaque para toda a América Latina no mundo.
"Esse resultado é óbvio, já era esperado", afirmou. "O Brasil se transformou em uma potência mundial. Lula colocou o Brasil no cenário internacional e a América Latina foi junto e reconhece isso."
Lagos interpreta ainda que os entrevistados entenderam que Lula, "sem muito barulho", superou a crise com a Bolívia e "dominou" e "controlou" a influência de Chávez na região.
Na opinião da diretora do Latinobarómetro, o rei Juan Carlos acabou em segundo lugar provavelmente por sua reação - com a frase "Por que não se cala?" - à partipação de Chávez em uma reunião regional.
Lagos destaca também que o Brasil realmente se comporta, na sua visão, como "potência", já que os brasileiros têm a noção do tamanho do país, do seu potencial e de seus problemas.
"No Brasil, parecem não acreditar nos contos mágicos", disse. "Sabem da realidade do país."
Segundo Marta Lagos, o mesmo não se observa em outros países da região.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Plenário aprova PEC da Juventude e assegura direitos aos jovens brasileiros
O plenário da Câmara aprovou nesta quarta-feira (12), em segundo turno, a proposta de emenda à Constituição (PEC 138/03). Conhecida como PEC da Juventude, a proposta assegura ao jovem entre 15 e 29 anos proteção dos direitos econômicos, sociais e culturais. O deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), coordenador da Frente Parlamentar da Juventude comemorou a aprovação da proposta. “Este é um momento histórico. Estamos completando 20 anos da Constituição e talvez essa PEC era uma das maiores dívidas”.
Segundo o deputado, a Constituição Cidadã que reconheceu direitos a vários segmentos da sociedade de maneira justa, não reconheceu o jovem, deixando essa parcela da população sem visibilidade, sem políticas públicas. “A partir de agora vamos disputar no orçamento público e construir uma política de Estado para a juventude brasileira”, disse o parlamentar petista.
Ainda de acordo com Lopes, a PEC “é um avanço porque colocamos no texto instrumentos que vão detalhar esses direitos, que é o Estatuto da Juventude, em tramitação na Casa e o Plano Nacional da Juventude, que vai definir as metas e as responsabilidades”, disse.
O deputado Reginaldo Lopes adiantou que a Frente Parlamentar da Juventude já está articulando para que a PEC tenha uma tramitação rápida no Senado Federal para onde segue agora.
O líder da bancada do PT na Câmara, deputado Maurício Rands (PE) considerou “uma vitória” a aprovação da PEC. “É uma vitória da bancada do PT, dos aliados. Lutamos muito para aprovar essa PEC que reconhece a juventude como sujeito de direito, protagonistas, titulares de direitos econômicos, sociais e políticos”, afirmou Rands.
O plenário realiza sessão extraordinária, nesta Quinta-feira (13), às 11h.
Segundo o deputado, a Constituição Cidadã que reconheceu direitos a vários segmentos da sociedade de maneira justa, não reconheceu o jovem, deixando essa parcela da população sem visibilidade, sem políticas públicas. “A partir de agora vamos disputar no orçamento público e construir uma política de Estado para a juventude brasileira”, disse o parlamentar petista.
Ainda de acordo com Lopes, a PEC “é um avanço porque colocamos no texto instrumentos que vão detalhar esses direitos, que é o Estatuto da Juventude, em tramitação na Casa e o Plano Nacional da Juventude, que vai definir as metas e as responsabilidades”, disse.
O deputado Reginaldo Lopes adiantou que a Frente Parlamentar da Juventude já está articulando para que a PEC tenha uma tramitação rápida no Senado Federal para onde segue agora.
O líder da bancada do PT na Câmara, deputado Maurício Rands (PE) considerou “uma vitória” a aprovação da PEC. “É uma vitória da bancada do PT, dos aliados. Lutamos muito para aprovar essa PEC que reconhece a juventude como sujeito de direito, protagonistas, titulares de direitos econômicos, sociais e políticos”, afirmou Rands.
O plenário realiza sessão extraordinária, nesta Quinta-feira (13), às 11h.
Confira investimentos da União previstos para o Tocantins em 2009 12/11/08 10h37
Patrícia Saturno
Da Redação
Durante a apresentação da proposta de orçamento da União para 2009, na Assembléia Legislativa do Tocantins, nessa terça-feira, 11, o relator da matéria, senador Delcídio Amaral (PT/MS), apresentou os investimentos previstos para o Estado no projeto. Para o ensino superior, por exemplo, estão previstos R$ 90,3 milhões destinados à Universidade Federal do Tocantins (UFT).
Nas ações previstas de investimentos, são apontados R$ 3,7 milhões para empreendimentos de saneamento; R$ 17 milhões para implantação do perímetro de irrigação São João e R$ 1,9 milhões para o perímetro Sampaio; um total de R$ 89,5 milhões para a manutenção de trechos rodoviários; e R$ 25 milhões para a construção da Ferrovia Norte-Sul, no trecho entre Arguianópolis /Palmas.
Projetos
Também estão incluídos 18 projetos para o Estado na proposta de lei orçamentária. Estes demandariam uma verba total de R$ 113,4 milhões. Os cinco maiores projetos previstos para o Tocantins são a construção da ferrovia Norte-Sul – Arguianópolis/Palmas (R$ 25 milhões); construção do trecho rodoviário na divisa Tocantins/Maranhão, região de Aparecida do Rio Negro (R$20 milhões); a implantação do perímetro de Irrigação Sampaio (R$ 17 milhões); apoio á urbanização em assentamentos precários (R$ 16,3 milhões); e a readequação da infra-estrutura da UFT (R$ 7 milhões).
Atividades
As cinco maiores atividades previstas no projeto de lei para o Tocantins são a atenção à saúde da população para procedimentos de média e alta complexidade (R$ 161,8 milhoes); piso de atenção básica variável – Saúde da Família (R$ 77,4 milhões); funcionamento de cursos de graduação (R$ 77,1 milhões); manutenção de trechos rodoviários na BR 153 R$ 50,6 milhões); e piso de atenção básica fixo R$( 24,2 milhões).
Previsão
A Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização, do Congresso Nacional, pretende que o projeto de lei orçamentária 2009 seja votado em plenário no Congresso Nacional no dia 22 de dezembro.
A apresentação das emendas individuais e de bancada está prevista para essa quinta-feira, 13, porém, pode ser adiada para sexta-feira, 14. Durante o seminário da comissão, nessa terça, o senador Leomar Quintanilha (PMDB), coordenador da bancada tocantinense, disse que há uma reunião dos parlamentares do Estado marcada para essa quinta, às 11 horas, onde devem ser definidas as emendas.
Da Redação
Durante a apresentação da proposta de orçamento da União para 2009, na Assembléia Legislativa do Tocantins, nessa terça-feira, 11, o relator da matéria, senador Delcídio Amaral (PT/MS), apresentou os investimentos previstos para o Estado no projeto. Para o ensino superior, por exemplo, estão previstos R$ 90,3 milhões destinados à Universidade Federal do Tocantins (UFT).
Nas ações previstas de investimentos, são apontados R$ 3,7 milhões para empreendimentos de saneamento; R$ 17 milhões para implantação do perímetro de irrigação São João e R$ 1,9 milhões para o perímetro Sampaio; um total de R$ 89,5 milhões para a manutenção de trechos rodoviários; e R$ 25 milhões para a construção da Ferrovia Norte-Sul, no trecho entre Arguianópolis /Palmas.
Projetos
Também estão incluídos 18 projetos para o Estado na proposta de lei orçamentária. Estes demandariam uma verba total de R$ 113,4 milhões. Os cinco maiores projetos previstos para o Tocantins são a construção da ferrovia Norte-Sul – Arguianópolis/Palmas (R$ 25 milhões); construção do trecho rodoviário na divisa Tocantins/Maranhão, região de Aparecida do Rio Negro (R$20 milhões); a implantação do perímetro de Irrigação Sampaio (R$ 17 milhões); apoio á urbanização em assentamentos precários (R$ 16,3 milhões); e a readequação da infra-estrutura da UFT (R$ 7 milhões).
Atividades
As cinco maiores atividades previstas no projeto de lei para o Tocantins são a atenção à saúde da população para procedimentos de média e alta complexidade (R$ 161,8 milhoes); piso de atenção básica variável – Saúde da Família (R$ 77,4 milhões); funcionamento de cursos de graduação (R$ 77,1 milhões); manutenção de trechos rodoviários na BR 153 R$ 50,6 milhões); e piso de atenção básica fixo R$( 24,2 milhões).
Previsão
A Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização, do Congresso Nacional, pretende que o projeto de lei orçamentária 2009 seja votado em plenário no Congresso Nacional no dia 22 de dezembro.
A apresentação das emendas individuais e de bancada está prevista para essa quinta-feira, 13, porém, pode ser adiada para sexta-feira, 14. Durante o seminário da comissão, nessa terça, o senador Leomar Quintanilha (PMDB), coordenador da bancada tocantinense, disse que há uma reunião dos parlamentares do Estado marcada para essa quinta, às 11 horas, onde devem ser definidas as emendas.
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