blog patricia kogut
Este é o primeiro registro do início das filmagens de "Lula, o filho do Brasil", sobre a vida de Luiz Inácio Lula da Silva, em São Bernardo do Campo, São Paulo. No longa de Fábio Barreto, o protagonista será Rui Ricardo Diaz, ator ainda desconhecido do grande público. Juliana Baroni viverá dona Marisa. Na foto, eles estão com Matheus Braga, que será Marco, filho do primeiro casamento de dona Marisa. Dentro de alguns dias, Rui vai para um spa perder cerca de 10kg. Tudo para aparecer bem magro como Lula na fase em que ele ainda morava em Pernambuco. A produção está sendo rodada fora da ordem cronológica, como é comum no cinema.
Juliana Baroni diz que ficou emocionada durante as filmangens com a história de amor entre Lula e dona Marisa.
- É uma história de companheirismo, de luta, ela sempre esteve muito presente na vida dele. Ela é uma grande mulher - diz Juliana que aparecerá sem grandes produções. - Estou na fase da dona Marisa dona-de-casa, criando os filhos. Por isso, não uso quase maquiagem alguma. Também não faço nada no cabelo, estou desprovida de glamour.
Outra parte do elenco e da equipe do filme está em Caetés, ex-distrito de Garanhuns, no estado de Pernambuco, terra natal do presidente. Glória Pires interpretará a mãe de Lula. Cleo Pires também está no elenco como a primeira mulher do presidente, antes de seu casamento com dona Marisa.
- A gente vai falar de um Lula apartidário, quase apolítico - afirma Barreto.
A vida do presidente será mostrada em cinco fases. A estreia do filme, orçado em US$ 15 milhões, está prevista para 2010. As filmagens devem acabar no dia 21 de março.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Lula se emociona ao lembrar de amizade com Adão Pretto
Presidente e ministro foram a enterro de deputado petista.
Adão Pretto morreu na última quinta (5), de parada cardíaca.
Do G1, com informações da Agência Estado
Foto: Neco Varela/AE O presidente de Luiz Inácio Lula da Silva, nesta sexta-feira (6), no enterro do deputado Adão Pretto (Foto: Neco Varela/AE)O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sete ministros acompanharam nesta sexta-feira (6) o enterro e as últimas homenagens ao deputado federal Adão Pretto (PT-RS), no Cemitério Jardim da Paz, em Porto Alegre (RS).
Pretto morreu nesta quinta-feira (5), vítima de parada cardíaca, após ter sido submetido a uma cirurgia para retirada do pâncreas. Em cerimônia religiosa na capela do cemitério, Lula se emocionou ao lembrar dos quase 30 anos de amizade com o deputado e disse que "certamente durante este período ambos conviveram mais com seus amigos do que com a própria família."
O presidente fez um alerta às lideranças sociais e políticas para que não negligenciem a saúde em nome da luta. "Se a gente valoriza a luta, é importante que a gente viva mais para conquistar mais coisas."
Lula também lembrou da morte da sua mãe, no período em que estava preso, e fez uma alusão ao difícil momento em que um filho percebe a perda. "Chega o dia em que bate a consciência: nunca mais", disse.
"Um homem não vale pela quantidade de discursos que fez, pela quantidade de anos que viveu; nós seres humanos valemos pela qualidade de vida, pelos compromissos e lutas que tivemos em vida."
Acompanham o presidente os ministros da Justiça, Tarso Genro; Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel; do Planejamento, Paulo Bernardo; da Casa Civil, Dilma Rousseff; das Cidades, Márcio Fortes; das Relações Institucionais, José Múcio; e da Pesca, Altemir Gregolin.
Militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Partido dos Trabalhadores (PT) foram ao enterro.
Foto: Neco Varela/AE Funeral do deputado Adão Pretto (PT-RS) no cemitério Jardim da Paz, em Porto Alegre (RS) (Foto: Neco Varela/AE)
Congresso
As sessões da Câmara e do Senado na quinta-feira (5) foram suspensas em homenagem ao deputado.
Na Câmara, foram cerca de 20 minutos de pronunciamentos em favor de Pretto. No Senado, os discursos duraram cerca de 40 minutos e a sessão foi encerrada com um minuto de silêncio.
Adão Pretto morreu na última quinta (5), de parada cardíaca.
Do G1, com informações da Agência Estado
Foto: Neco Varela/AE O presidente de Luiz Inácio Lula da Silva, nesta sexta-feira (6), no enterro do deputado Adão Pretto (Foto: Neco Varela/AE)O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sete ministros acompanharam nesta sexta-feira (6) o enterro e as últimas homenagens ao deputado federal Adão Pretto (PT-RS), no Cemitério Jardim da Paz, em Porto Alegre (RS).
Pretto morreu nesta quinta-feira (5), vítima de parada cardíaca, após ter sido submetido a uma cirurgia para retirada do pâncreas. Em cerimônia religiosa na capela do cemitério, Lula se emocionou ao lembrar dos quase 30 anos de amizade com o deputado e disse que "certamente durante este período ambos conviveram mais com seus amigos do que com a própria família."
O presidente fez um alerta às lideranças sociais e políticas para que não negligenciem a saúde em nome da luta. "Se a gente valoriza a luta, é importante que a gente viva mais para conquistar mais coisas."
Lula também lembrou da morte da sua mãe, no período em que estava preso, e fez uma alusão ao difícil momento em que um filho percebe a perda. "Chega o dia em que bate a consciência: nunca mais", disse.
"Um homem não vale pela quantidade de discursos que fez, pela quantidade de anos que viveu; nós seres humanos valemos pela qualidade de vida, pelos compromissos e lutas que tivemos em vida."
Acompanham o presidente os ministros da Justiça, Tarso Genro; Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel; do Planejamento, Paulo Bernardo; da Casa Civil, Dilma Rousseff; das Cidades, Márcio Fortes; das Relações Institucionais, José Múcio; e da Pesca, Altemir Gregolin.
Militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Partido dos Trabalhadores (PT) foram ao enterro.
Foto: Neco Varela/AE Funeral do deputado Adão Pretto (PT-RS) no cemitério Jardim da Paz, em Porto Alegre (RS) (Foto: Neco Varela/AE)
Congresso
As sessões da Câmara e do Senado na quinta-feira (5) foram suspensas em homenagem ao deputado.
Na Câmara, foram cerca de 20 minutos de pronunciamentos em favor de Pretto. No Senado, os discursos duraram cerca de 40 minutos e a sessão foi encerrada com um minuto de silêncio.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Lula mais uma vez no Tocantins
Presidente voltou a criticar os que davam palpite sobre o Brasil.
Para Lula, sistema financeiro deslocado da realidade 'não vale nada'.
Do G1, em São Paulo
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a culpar, nesta quinta-feira (5), bancos e instituições internacionais que, segundo ele, “davam palpite” sobre a economia brasileira como se fossem “especialistas do planeta”, pela crise financeira internacional.
Para o presidente, “todos [os que deram palpite] tomaram na cabeça porque estavam ganhando dinheiro fora da economia real, porque estavam especulando, porque elevaram o preço do petróleo a US$ 150 sem nenhuma explicação e derrubaram para US$ 40 também sem nenhuma explicação.”
De acordo com Lula, se o sistema financeiro americano “estivesse fazendo o que faz o sistema financeiro brasileiro, sobretudo os bancos públicos, investindo na produção”, não teria havido a bolha de especulação que deu origem à crise.
“Se o sistema financeiro mundial tiver descolado naquilo que é a razão de ser de uma nação e de um povo: do trabalho, da construção, da produtividade, esse sistema financeiro não existe e não vale nada”, criticou Lula, durante a inauguração da usina hidrelétrica de São Salvador, no Tocantins.
Durante o discurso, o presidente criticou o FMI (Fundo Monetário Internacional) e o Banco Mundial que, segundo ele, “tinham solução para nós [brasileiros] e não têm para eles”. Lula também criticou empresas de avaliação de risco que “medem o risco do Brasil e não medem dos Estados Unidos e da Alemanha”.
'Pepinaço'
Ao exortar os brasileiros a continuarem a comprar e reafirmar que o Brasil é o país “mais preparado” para enfrentar a crise financeira, Lula disse que reza todo dia pelo presidente dos EUA, Barack Obama que, segundo ele, está com “um pepinaço” na mão.
Lula também repetiu que “não há nenhuma razão para se ter medo da crise” e comparou o atual momento da economia a uma “doença”. “As pessoas às vezes são levadas ao pânico por terrorismo, que são sentidos toda hora nas nossas conversas. É como doença, sempre se agrava um pouco mais”.
Para o presidente, é preciso agir como um médico. “O que nós temos é que ser como um médico, que diante de uma cirurgia que tenha que fazer, por mais delicada que seja, sabe que não pode tremer, errar e saber que tem de salvar a pessoa”, disse.
Para Lula, sistema financeiro deslocado da realidade 'não vale nada'.
Do G1, em São Paulo
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a culpar, nesta quinta-feira (5), bancos e instituições internacionais que, segundo ele, “davam palpite” sobre a economia brasileira como se fossem “especialistas do planeta”, pela crise financeira internacional.
Para o presidente, “todos [os que deram palpite] tomaram na cabeça porque estavam ganhando dinheiro fora da economia real, porque estavam especulando, porque elevaram o preço do petróleo a US$ 150 sem nenhuma explicação e derrubaram para US$ 40 também sem nenhuma explicação.”
De acordo com Lula, se o sistema financeiro americano “estivesse fazendo o que faz o sistema financeiro brasileiro, sobretudo os bancos públicos, investindo na produção”, não teria havido a bolha de especulação que deu origem à crise.
“Se o sistema financeiro mundial tiver descolado naquilo que é a razão de ser de uma nação e de um povo: do trabalho, da construção, da produtividade, esse sistema financeiro não existe e não vale nada”, criticou Lula, durante a inauguração da usina hidrelétrica de São Salvador, no Tocantins.
Durante o discurso, o presidente criticou o FMI (Fundo Monetário Internacional) e o Banco Mundial que, segundo ele, “tinham solução para nós [brasileiros] e não têm para eles”. Lula também criticou empresas de avaliação de risco que “medem o risco do Brasil e não medem dos Estados Unidos e da Alemanha”.
'Pepinaço'
Ao exortar os brasileiros a continuarem a comprar e reafirmar que o Brasil é o país “mais preparado” para enfrentar a crise financeira, Lula disse que reza todo dia pelo presidente dos EUA, Barack Obama que, segundo ele, está com “um pepinaço” na mão.
Lula também repetiu que “não há nenhuma razão para se ter medo da crise” e comparou o atual momento da economia a uma “doença”. “As pessoas às vezes são levadas ao pânico por terrorismo, que são sentidos toda hora nas nossas conversas. É como doença, sempre se agrava um pouco mais”.
Para o presidente, é preciso agir como um médico. “O que nós temos é que ser como um médico, que diante de uma cirurgia que tenha que fazer, por mais delicada que seja, sabe que não pode tremer, errar e saber que tem de salvar a pessoa”, disse.
PT de Luto: Morre em Porto Alegre o deputado federal Adão Pretto
A direção nacional, dirigentes estaduais e militantes do Partido dos Trabalhadores lamentam profundamente a morte do deputado federal Adão Pretto (PT-RS) ocorrida nesta quinta-feira (5), às 7h50, em Porto Alegre.
O deputado estava internado em estado grave no Centro de Terapia Intensiva do Hospital Moinhos de Vento, onde se submeteu a uma cirurgia para retirada do pâncreas.
O PT manifesta seus pêsames a todos os familiares, amigos e companheiros de luta política de Adão Pretto, que dedicou toda a sua vida à luta social pelo direito à terra.
O velório será realizado a partir das 9h30, na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul. O sepultamento ainda não foi marcado.
Adão Preto: deputado, agricultor e poeta popular
Adão Pretto nasceu no dia 18 de dezembro de 1945, na cidade de Coronel Bicaco (RS). Criado em Miraguaí (RS), iniciou a militância política nas Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e na Comissão Pastoral da Terra. Foi presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Miraguaí e fundador da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em Celeiro (RS). Ele ajudou a fundar o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) no Rio Grande do Sul.
Agricultor, Adão Pretto concluiu apenas o curso primário. Mas a atuação política e popular lhe serviu de inspiração para publicar três livros. O primeiro foi “Lei da previdência para o agricultor: entenda a lei e exija os direitos conquistados”, lançado em 1981. Em 1987, pela editora Vozes, lançou “Queremos reforma agrária”. O petista publicou ainda o livro “Poesias e cantos do povo”. Trovador, Adão Pretto sempre esteve presente com sua gaita nos encontros, lutas e mobilizações dos trabalhadores do campo.
Adão Pretto foi filiado ao PDT de 1980 a 1985, ano em que ingressou no Partido dos Trabalhadores. Pelo PT, foi deputado estadual entre 1987 a 1991. Na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, presidiu a CPI da Violência no Campo. Naquele mesmo ano, recebeu o Prêmio Springer, como deputado estadual de destaque.
O petista exercia o quinto mandato consecutivo como deputado federal, eleito pela primeira vez para o cargo em 1991. Ao londo dos últimos 18 anos, ele apresentou diversos projetos de lei voltados ao desenvolvimento da agricultura nacional e à defesa dos pequenos agricultores. Entre eles, o projeto que prevê o Seguro Agrícola nacional; o que impõe tarifa a produtos agrícolas importados com subsídio na origem; o de isenção de IPI para veículos utilizados para o transporte da produção rural; e o que cria fundo para rádios comunitárias.
O parlamentar apresentou ainda projetos que garantem vagas no ensino superior para filhos de agricultores. Também é de autoria do petista o projeto que destina verbas para o Fundo Nacional de Habitação por Interesse Social. O deputado apresentou uma proposta de emenda à Constituição que determina a desapropriação para a reformas agrária de áreas usadas para a plantação de produtos transgênicos. Ele foi relator da proposta que cria uma nova política pesqueira nacional.
Como deputado federal, Adão Pretto participou em 2000 de uma missão oficial a vários países da Europa para debater o comércio internacional e política agrícola e agrária. Naquele mesmo ano, esteve em Portugal, onde conheceu o sistema de reforma agrária do país, a convite da Confederação Nacional da Agricultura. Em 2001, participou da Assembléia Latino-Americana de Mulheres Rurais e do III Congresso Latino-Americano de Organizações do Campo, na Cidade do México. Esteve em Cuba no mesmo ano para o Encontro Hemisférico de Luta contra a ALCA. Em 2006, participou da Jornada Internacional sobre Legislação para o Controle do Tabaco, realizada na Argentina. Em 2007, integrou o Parlamento Latino Americano.
Na última legislatura, Adão Pretto atuou como membro titular da Comissão de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural e suplente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. Ele foi ainda membro da Frente Parlamentar da Terra.
O último discurso no plenário da Câmara ocorreu no dia 16 de dezembro de 2008. Na ocasião, Adão Pretto destacou “a luta histórica” do MST e as ações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a realização da reforma agrária.
Na tribuna da Câmara, o deputado elogiou a desapropriação, pelo Governo Federal, da fazenda Southall, em São Gabriel (RS). “Este será um assentamento com forte marca ideológica. As mais de 200 famílias assentadas construirão sua vida, a partir de agora, com um lugar para morar, para plantar alimentos saudáveis. Darão qualidade de vida para suas crianças e, principalmente, servirão de exemplo para a região em desenvolvimento sustentável”, disse. O ato de emissão de posse para os assentados da fazenda Southall ocorreu no dia 18 de dezembro, data em que Adão Pretto completou 63 anos.
O deputado estava internado em estado grave no Centro de Terapia Intensiva do Hospital Moinhos de Vento, onde se submeteu a uma cirurgia para retirada do pâncreas.
O PT manifesta seus pêsames a todos os familiares, amigos e companheiros de luta política de Adão Pretto, que dedicou toda a sua vida à luta social pelo direito à terra.
O velório será realizado a partir das 9h30, na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul. O sepultamento ainda não foi marcado.
Adão Preto: deputado, agricultor e poeta popular
Adão Pretto nasceu no dia 18 de dezembro de 1945, na cidade de Coronel Bicaco (RS). Criado em Miraguaí (RS), iniciou a militância política nas Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e na Comissão Pastoral da Terra. Foi presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Miraguaí e fundador da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em Celeiro (RS). Ele ajudou a fundar o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) no Rio Grande do Sul.
Agricultor, Adão Pretto concluiu apenas o curso primário. Mas a atuação política e popular lhe serviu de inspiração para publicar três livros. O primeiro foi “Lei da previdência para o agricultor: entenda a lei e exija os direitos conquistados”, lançado em 1981. Em 1987, pela editora Vozes, lançou “Queremos reforma agrária”. O petista publicou ainda o livro “Poesias e cantos do povo”. Trovador, Adão Pretto sempre esteve presente com sua gaita nos encontros, lutas e mobilizações dos trabalhadores do campo.
Adão Pretto foi filiado ao PDT de 1980 a 1985, ano em que ingressou no Partido dos Trabalhadores. Pelo PT, foi deputado estadual entre 1987 a 1991. Na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, presidiu a CPI da Violência no Campo. Naquele mesmo ano, recebeu o Prêmio Springer, como deputado estadual de destaque.
O petista exercia o quinto mandato consecutivo como deputado federal, eleito pela primeira vez para o cargo em 1991. Ao londo dos últimos 18 anos, ele apresentou diversos projetos de lei voltados ao desenvolvimento da agricultura nacional e à defesa dos pequenos agricultores. Entre eles, o projeto que prevê o Seguro Agrícola nacional; o que impõe tarifa a produtos agrícolas importados com subsídio na origem; o de isenção de IPI para veículos utilizados para o transporte da produção rural; e o que cria fundo para rádios comunitárias.
O parlamentar apresentou ainda projetos que garantem vagas no ensino superior para filhos de agricultores. Também é de autoria do petista o projeto que destina verbas para o Fundo Nacional de Habitação por Interesse Social. O deputado apresentou uma proposta de emenda à Constituição que determina a desapropriação para a reformas agrária de áreas usadas para a plantação de produtos transgênicos. Ele foi relator da proposta que cria uma nova política pesqueira nacional.
Como deputado federal, Adão Pretto participou em 2000 de uma missão oficial a vários países da Europa para debater o comércio internacional e política agrícola e agrária. Naquele mesmo ano, esteve em Portugal, onde conheceu o sistema de reforma agrária do país, a convite da Confederação Nacional da Agricultura. Em 2001, participou da Assembléia Latino-Americana de Mulheres Rurais e do III Congresso Latino-Americano de Organizações do Campo, na Cidade do México. Esteve em Cuba no mesmo ano para o Encontro Hemisférico de Luta contra a ALCA. Em 2006, participou da Jornada Internacional sobre Legislação para o Controle do Tabaco, realizada na Argentina. Em 2007, integrou o Parlamento Latino Americano.
Na última legislatura, Adão Pretto atuou como membro titular da Comissão de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural e suplente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. Ele foi ainda membro da Frente Parlamentar da Terra.
O último discurso no plenário da Câmara ocorreu no dia 16 de dezembro de 2008. Na ocasião, Adão Pretto destacou “a luta histórica” do MST e as ações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a realização da reforma agrária.
Na tribuna da Câmara, o deputado elogiou a desapropriação, pelo Governo Federal, da fazenda Southall, em São Gabriel (RS). “Este será um assentamento com forte marca ideológica. As mais de 200 famílias assentadas construirão sua vida, a partir de agora, com um lugar para morar, para plantar alimentos saudáveis. Darão qualidade de vida para suas crianças e, principalmente, servirão de exemplo para a região em desenvolvimento sustentável”, disse. O ato de emissão de posse para os assentados da fazenda Southall ocorreu no dia 18 de dezembro, data em que Adão Pretto completou 63 anos.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
e os buracos
Foi só começar a chover que eles voltaram a aparecer, em alguns lugares como no setor raizal tem crateras que está ameaçando algumas casas, esperamos que o poder publico possa dar resposta a essa demanda da comunidade, e não deixar que as casas sejam destruidas pela cratera.
Aprovação pessoal de Lula bate recorde e chega a 84%, diz CNT/Sensus
Governo também tem avaliação positiva recorde de 72,5%.
Para CNT, discurso do presidente é muito forte e traz muita esperança.
Jeferson Ribeiro
Do G1, em Brasília
A pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta terça-feira (3) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva atingiu uma nova aprovação recorde da população. Segundo o levantamento, 84% aprovam o desempenho pessoal do presidente. É a melhor avaliação já atingida por um ocupante da presidência desde o início da pesquisa, em 2001. Na última pesquisa, em dezembro passado, a avaliação pessoal de Lula era de 80,3%.
Quando Lula assumiu o governo, em janeiro de 2003, sua aprovação pessoal era de 83,6%. Ou seja, o presidente tem mais apoio agora do que quando assumiu o comando do país.
A avaliação do governo Lula também teve avaliação recorde, segundo a pesquisa. O levantamento revela que, para 72,5% dos entrevistados, a gestão do presidente é positiva, o que aponta para um aumento de 1,4 ponto percentual em relação ao levantamento de dezembro passado.
Esse percentual representa um aumento de 15,9 pontos percentuais em relação à aprovação do governo em janeiro de 2003, quando o petista assumia o governo do país.
“Há uma forte esperança no futuro, centrada no discurso e nas medidas que o governo tomou. O presidente consegue passar seu discurso positivo para a população. O discurso do presidente é muito forte e traz muita esperança”, avaliou o presidente da CNT, Clésio Andrade.
O diretor do instituto Sensus, Ricardo Guedes, disse que o país vive uma onda de “Lulismo”, como já passou por outros períodos de populismo.
A pesquisa ouviu 2.000 pessoas em 24 estados e 136 municípios entre 26 e 30 de janeiro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.
Para CNT, discurso do presidente é muito forte e traz muita esperança.
Jeferson Ribeiro
Do G1, em Brasília
A pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta terça-feira (3) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva atingiu uma nova aprovação recorde da população. Segundo o levantamento, 84% aprovam o desempenho pessoal do presidente. É a melhor avaliação já atingida por um ocupante da presidência desde o início da pesquisa, em 2001. Na última pesquisa, em dezembro passado, a avaliação pessoal de Lula era de 80,3%.
Quando Lula assumiu o governo, em janeiro de 2003, sua aprovação pessoal era de 83,6%. Ou seja, o presidente tem mais apoio agora do que quando assumiu o comando do país.
A avaliação do governo Lula também teve avaliação recorde, segundo a pesquisa. O levantamento revela que, para 72,5% dos entrevistados, a gestão do presidente é positiva, o que aponta para um aumento de 1,4 ponto percentual em relação ao levantamento de dezembro passado.
Esse percentual representa um aumento de 15,9 pontos percentuais em relação à aprovação do governo em janeiro de 2003, quando o petista assumia o governo do país.
“Há uma forte esperança no futuro, centrada no discurso e nas medidas que o governo tomou. O presidente consegue passar seu discurso positivo para a população. O discurso do presidente é muito forte e traz muita esperança”, avaliou o presidente da CNT, Clésio Andrade.
O diretor do instituto Sensus, Ricardo Guedes, disse que o país vive uma onda de “Lulismo”, como já passou por outros períodos de populismo.
A pesquisa ouviu 2.000 pessoas em 24 estados e 136 municípios entre 26 e 30 de janeiro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Disputas aciradas
Neste domingo 01/02/2009, aconteceram as eleições para presidente de bairro em Araguaina, tenho acompanhado o processo eleitoral a um bom tempo e nunca tinha visto tamanha empolgação, na disputa pela liderança nos bairros, a derrota mais significativa foi no bairro são joao que o atual presidente já estava no cargo a cerca de dezesseis anos, e acabou sendo derrotado entretanto não foi só no bairro são joao que ocorreram mudanças em varios bairros lideranças já consagradas perderam espaço para novas que estão surgindo.
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