O coordenador técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lúcio, afirmou que a tendência é de o emprego formal começar a gerar uma média mensal pouco superior a 50 mil postos no decorrer de 2009, o que seria um reflexo da gradual retomada da economia, sobretudo no segundo semestre. Ele afirmou que a criação de 34,8 mil vagas em março, nível bem inferior às 206.556 ocupações formais geradas no mesmo mês de 2008, é coerente com a forte desaceleração do Brasil provocada pela crise financeira global.
"Diante da gravidade da recessão mundial, a geração de 500 mil vagas neste ano será excelente", comentou. "Mas, para que isso ocorra, será necessário o PIB (Produto Interno Bruto) crescer entre 1% e 2% em 2009. Caso a expansão do País seja nula, a criação de empregos com carteira assinada não deverá passar de 200 mil."
Na avaliação de Lúcio, os efeitos da crise internacional foram registrados em maior intensidade no setor industrial, que sente com mais rapidez o impacto da falta de crédito, e deve chegar em seguida aos serviços e ao comércio. Ele destacou que, dos 34.818 postos criados em todo o País no mês passado, 34.231 foram gerados em São Paulo. "O setor manufatureiro apresentou queda forte da criação de empregos no fim do ano passado e começo de 2009. Mas a indústria começa a sair dos piores momentos. As fábricas localizadas no Estado de São Paulo geraram no mês passado cerca de três mil empregos", comentou.
PIB
Para o coordenador, as medidas adotadas pelo governo para estimular a economia, como as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e a construção de um milhão de moradias, devem dar um suporte relevante para que o País cresça entre 1% e 2% neste ano. Ele avaliou que também deve colaborar para este resultado a exclusão da Petrobras da contabilidade do setor público, o que deve permitir à estatal investir mais R$ 15 bilhões, como foi antecipado pelo Estado. A contrapartida dessa decisão é a redução do superávit primário em 0,5 ponto porcentual, que deverá baixar neste ano de 3,8% para 3,3% do PIB.
"A ampliação da capacidade de investimentos da Petrobras é importante por causa de alguns fatores. Um deles é que dá mais condições para ampliar os investimentos públicos, pois numa conjuntura internacional muito ruim isto ajuda a estimular o nível de atividade no País", comentou. "Além de ajudar o Brasil a crescer, que é o principal elemento que reduz o tamanho relativo da dívida pública, a adoção de mais projetos pela estatal reduz o desemprego."
O coordenador técnico do Dieese ressaltou que a ampliação dos investimentos da Petrobras é importante para incrementar o PIB potencial do País, numa época marcada por demanda fraca. "A elevação da capacidade de crescimento do Brasil ajudará a dar uma nova dimensão à oferta agregada, que poderá atender o consumo da população com menores pressões da inflação quando o PIB voltar a crescer a níveis próximos ao apurado nos últimos anos", disse. Em 2008, o PIB registrou um incremento de 5,1%.
Mesmo com o avanço do PIB entre 1% e 2% neste ano, o que ele avalia como o cenário mais favorável, Lúcio acredita que a média do desemprego apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) deve subir da marca de 7,9% para um número próximo a 8,4%. No caso da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) realizada pela Fundação Seade e Dieese, da qual é um dos coordenadores, ele apontou que há uma expectativa de que a média na Região Metropolitana de São Paulo suba de 13,5% para um nível próximo a 15,5%. "Contudo, caso o crescimento do País seja zero, é possível que o pico do desemprego medido pela PED chegue a 17% e a média anual ao redor de 16%", afirmou.
CUT
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Governo reduz meta de superávit e prevê salário mínimo de R$ 506
O governo decidiu reduzir sua meta de superávit fiscal primário para 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2009, anunciou nesta quarta-feira (15) o ministro da Fazenda, Guido Mantega. A medida consta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2010.
Outro parâmetro que consta da LDO para o próximo ano é o aumento do salário-mínimo, que deve ficar em R$ 506,50 - um aumento de 8,9%. Hoje, o salário-mínimo está em R$ 465. O novo valor entrará em vigor em janeiro, mas, pode ser revisto porque é baseado em projeções. .Na LDO de 2010, o governo manteve a previsão de crescimento de 2% da economia para este ano, 4,5% em 2010 e 5% em 2011 e 2012.
O superávit primário é a diferença entre as receitas e as despesas do setor público, sem contar os gastos com juros. A partir deste ano, a Petrobras ficará excluída do cálculo do superávit, Isso significa que a empresa deixará de contribuir para o cumprimento das metas fiscais, o que abre espaço para que a estatal possa aumentar seus investimentos e contribuir para reduzir os efeitos da crise econômica no País.
A meta de superávit primário até o ano passado era de 3,8%, contando com a ajuda da Petrobras. Com a saída da empresa dessa conta, a meta de superávit primário vai cair dos atuais 3,8% para 3,3% do PIB. Devido à necessidade de investir mais nesse momento de crise, o governo também vai propor ao Legislativo uma redução adicional no superávit primário. Com isso, a meta para este ano cai de 3,8% para 2,5% do PIB.
A meta da União cairá de 2,15% para 1,40% do PIB. A das estatais, passa de 0,70% para 0,20%. Para estados e municípios, cai de 0,95% para 0,90%. Em 2010, os percentuais voltam ao nível atual, com exceção das estatais. A estimativa é que a parcela da Petrobras para investimentos suba para R$ 16,9 bilhões em 2010, R$ 18,5 bilhões em 2011 e R$ 20,3 bilhões em 2012.
Na avaliação do líder do PT, deputado Cândido Vaccarezza (SP), "é claro que continua importante ter um superávit alto, mas isso nós praticamos em seis anos de governo. Nesse ano de crise internacional, reduzir o superávit cria condições de aumentar os investimentos no Brasil e gerar empregos. O PT e a base aliada já tinham apontado a necessidade da redução do superávit primário para poder garantir o desenvolvimento e nos sentimos atendidos pelo governo", disse.
Liderança PT/Câmara
Outro parâmetro que consta da LDO para o próximo ano é o aumento do salário-mínimo, que deve ficar em R$ 506,50 - um aumento de 8,9%. Hoje, o salário-mínimo está em R$ 465. O novo valor entrará em vigor em janeiro, mas, pode ser revisto porque é baseado em projeções. .Na LDO de 2010, o governo manteve a previsão de crescimento de 2% da economia para este ano, 4,5% em 2010 e 5% em 2011 e 2012.
O superávit primário é a diferença entre as receitas e as despesas do setor público, sem contar os gastos com juros. A partir deste ano, a Petrobras ficará excluída do cálculo do superávit, Isso significa que a empresa deixará de contribuir para o cumprimento das metas fiscais, o que abre espaço para que a estatal possa aumentar seus investimentos e contribuir para reduzir os efeitos da crise econômica no País.
A meta de superávit primário até o ano passado era de 3,8%, contando com a ajuda da Petrobras. Com a saída da empresa dessa conta, a meta de superávit primário vai cair dos atuais 3,8% para 3,3% do PIB. Devido à necessidade de investir mais nesse momento de crise, o governo também vai propor ao Legislativo uma redução adicional no superávit primário. Com isso, a meta para este ano cai de 3,8% para 2,5% do PIB.
A meta da União cairá de 2,15% para 1,40% do PIB. A das estatais, passa de 0,70% para 0,20%. Para estados e municípios, cai de 0,95% para 0,90%. Em 2010, os percentuais voltam ao nível atual, com exceção das estatais. A estimativa é que a parcela da Petrobras para investimentos suba para R$ 16,9 bilhões em 2010, R$ 18,5 bilhões em 2011 e R$ 20,3 bilhões em 2012.
Na avaliação do líder do PT, deputado Cândido Vaccarezza (SP), "é claro que continua importante ter um superávit alto, mas isso nós praticamos em seis anos de governo. Nesse ano de crise internacional, reduzir o superávit cria condições de aumentar os investimentos no Brasil e gerar empregos. O PT e a base aliada já tinham apontado a necessidade da redução do superávit primário para poder garantir o desenvolvimento e nos sentimos atendidos pelo governo", disse.
Liderança PT/Câmara
Vendas no varejo sobem 1,5% em fevereiro e 4,9% no bimestre, diz IBGE
RIO - As vendas no varejo brasileiro tiveram alta de 1,5% em fevereiro, seguindo acréscimo de 1,8% um mês antes, na série com ajuste sazonal (veja gráfico ao final do texto).
Perante o segundo mês de 2008, a expansão nas vendas foi de 3,8%. No primeiro bimestre, houve elevação de 4,9%. Em 12 meses, as vendas subiram 8%. Os números são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Perante o segundo mês de 2008, a expansão nas vendas foi de 3,8%. No primeiro bimestre, houve elevação de 4,9%. Em 12 meses, as vendas subiram 8%. Os números são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Fiat anuncia 380 contratações
BELO HORIZONTE - A retomada de encomendas no setor automotivo já ajuda o nível de emprego no setor. Ontem, o grupo Fiat anunciou que irá realizar 380 novas admissões, sendo 270 na Fiat Automóveis e 110 nas subsidiárias FPT e Comau, todas localizadas em Betim e região, em Minas Gerais.
Segundo o presidente do grupo no Brasil, Cledorvino Belini, considerando as admissões já feitas em março, a Fiat irá admitir até maio 1.019 novos funcionários nas três empresas. Será dada preferência aos trabalhadores recentemente dispensados. No polo metalúrgico de Betim, as admissões recentes já chegam a 1,2 mil.
Do jornal valor
Segundo o presidente do grupo no Brasil, Cledorvino Belini, considerando as admissões já feitas em março, a Fiat irá admitir até maio 1.019 novos funcionários nas três empresas. Será dada preferência aos trabalhadores recentemente dispensados. No polo metalúrgico de Betim, as admissões recentes já chegam a 1,2 mil.
Do jornal valor
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Lula é o presidente mais popular das Américas, aponta pesquisa continental
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece em primeiro lugar na lista de líderes com melhor aprovação da América, com 70% de popularidade, de acordo com um estudo publicado nesta terça-feira (14) na internet pela empresa mexicana Consulta Mitofsky.
O relatório, correspondente a abril, indica que pouco atrás de Lula está o governante colombiano, Álvaro Uribe, com 69%, seguido pelo mexicano Felipe Calderón, com 68%, e pelo salvadorenho Elías Antonio Saca, com 66%.
Em um segundo bloco aparecem os presidentes de Estados Unidos, Barack Obama, com 61%; Equador, Rafael Correa, e Paraguai, Fernando Lugo, com 60%; Chile, Michelle Bachelet, com 59%; e Bolívia, Evo Morales, com 58%.
Pouco atrás estão o governante uruguaio, Tabaré Vázquez, com 53%; o costarriquenho Óscar Arias, com 49%; o panamenho Martín Torrijos, com 48%; o guatemalteco Álvaro Colom, com 45%; o dominicano Leonel Fernández e o nicaraguense Daniel Ortega, com 48%; e o peruano Alan García, com 34%.
No fim da lista, estão a argentina Cristina Fernández de Kirchner, com 29%, e o hondurenho Manuel Zelaya, com 25%. A Consulta Mitofsky destacou que a aprovação média dos presidentes americanos em março foi de 52%, só superada pelos resultados de janeiro e maio de 2007, que alcançaram 53% e 54%, respectivamente. No estudo anterior, divulgado em janeiro, Lula, Uribe e Correa dividiam o primeiro lugar, com 70% de aprovação.
O relatório, correspondente a abril, indica que pouco atrás de Lula está o governante colombiano, Álvaro Uribe, com 69%, seguido pelo mexicano Felipe Calderón, com 68%, e pelo salvadorenho Elías Antonio Saca, com 66%.
Em um segundo bloco aparecem os presidentes de Estados Unidos, Barack Obama, com 61%; Equador, Rafael Correa, e Paraguai, Fernando Lugo, com 60%; Chile, Michelle Bachelet, com 59%; e Bolívia, Evo Morales, com 58%.
Pouco atrás estão o governante uruguaio, Tabaré Vázquez, com 53%; o costarriquenho Óscar Arias, com 49%; o panamenho Martín Torrijos, com 48%; o guatemalteco Álvaro Colom, com 45%; o dominicano Leonel Fernández e o nicaraguense Daniel Ortega, com 48%; e o peruano Alan García, com 34%.
No fim da lista, estão a argentina Cristina Fernández de Kirchner, com 29%, e o hondurenho Manuel Zelaya, com 25%. A Consulta Mitofsky destacou que a aprovação média dos presidentes americanos em março foi de 52%, só superada pelos resultados de janeiro e maio de 2007, que alcançaram 53% e 54%, respectivamente. No estudo anterior, divulgado em janeiro, Lula, Uribe e Correa dividiam o primeiro lugar, com 70% de aprovação.
Mantega:Pior já passou e economia terá aquecimento no 2º semestre
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quarta-feira (15) na Câmara que o pior período da crise "já passou" e que os indicadores apurados nas últimas semanas demonstram melhora no sistema de crédito internacional, foco inicial da crise mundial.
"Nós notamos algumas melhorias nesse segmento, embora ainda não tenha sido equacionado o problema dos ativos tóxicos, lastreados em hipotecas e em outras aplicações temerárias, porém o mercado está mais calmo, o crédito interbancário está melhor e começa a financiar a produção", declarou ele, em audiência pública.
O ministro previu que a economia no primeiro semestre de 2009 continuará menos aquecida, mas terá uma aceleração no segundo semestre. Mantega projeta que, no quarto trimestre do ano, o PIB registre um crescimento entre 3% e 4%, na margem. Com isso, o ministro destacou que deve ser garantido um PIB positivo para 2009, o que evitará o desemprego. Mantega afirmou que a economia deve gerar menos emprego, mas que o saldo será positivo em 2009.
Mantega também destacou que neste início de 2009, houve uma recuperação importante da economia, depois das dificuldades enfrentadas no final de 2008. Ele disse que os preços das commodities estão melhorando, o que, combinado com a valorização do real, deve garantir um rendimento razoável para a agricultura brasileira. Ele disse que a safra agrícola de 2009 deve ser a segunda maior da história. Mantega destacou ainda que a oferta de crédito está aumentando. "Ainda não é o desejável, mas a cada dia estamos tomando medidas nessa direção", disse o ministro.
Mantega reiterou ainda que o Brasil deverá ser um dos primeiros países a superar os efeitos da crise financeira, por conta das medidas "anticíclicas" adotadas pelo governo, como a redução nos juros básicos, flexibilização da política monetária motivada pelo aumento da oferta de crédito e algumas medidas fiscais como a redução de tributos e aumento de investimentos.
Segundo ele, nas crises anteriores, a economia do País era mais frágil e agravava a crise, pois provocava fuga de capitais dos investidores internacionais. "Com isso, o governo elevava a taxa de juros para segurar a fuga de capitais, a dívida pública subia e, para compensar, o governo cortava gastos e investimentos, derrubando a atividade e o PIB".
A audiência, promovida pelas comissões especiais que analisam os efeitos da crise e pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e de Finanças e Tributação, está sendo realizada no plenário 2.
Liderança PT/Câmara
"Nós notamos algumas melhorias nesse segmento, embora ainda não tenha sido equacionado o problema dos ativos tóxicos, lastreados em hipotecas e em outras aplicações temerárias, porém o mercado está mais calmo, o crédito interbancário está melhor e começa a financiar a produção", declarou ele, em audiência pública.
O ministro previu que a economia no primeiro semestre de 2009 continuará menos aquecida, mas terá uma aceleração no segundo semestre. Mantega projeta que, no quarto trimestre do ano, o PIB registre um crescimento entre 3% e 4%, na margem. Com isso, o ministro destacou que deve ser garantido um PIB positivo para 2009, o que evitará o desemprego. Mantega afirmou que a economia deve gerar menos emprego, mas que o saldo será positivo em 2009.
Mantega também destacou que neste início de 2009, houve uma recuperação importante da economia, depois das dificuldades enfrentadas no final de 2008. Ele disse que os preços das commodities estão melhorando, o que, combinado com a valorização do real, deve garantir um rendimento razoável para a agricultura brasileira. Ele disse que a safra agrícola de 2009 deve ser a segunda maior da história. Mantega destacou ainda que a oferta de crédito está aumentando. "Ainda não é o desejável, mas a cada dia estamos tomando medidas nessa direção", disse o ministro.
Mantega reiterou ainda que o Brasil deverá ser um dos primeiros países a superar os efeitos da crise financeira, por conta das medidas "anticíclicas" adotadas pelo governo, como a redução nos juros básicos, flexibilização da política monetária motivada pelo aumento da oferta de crédito e algumas medidas fiscais como a redução de tributos e aumento de investimentos.
Segundo ele, nas crises anteriores, a economia do País era mais frágil e agravava a crise, pois provocava fuga de capitais dos investidores internacionais. "Com isso, o governo elevava a taxa de juros para segurar a fuga de capitais, a dívida pública subia e, para compensar, o governo cortava gastos e investimentos, derrubando a atividade e o PIB".
A audiência, promovida pelas comissões especiais que analisam os efeitos da crise e pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e de Finanças e Tributação, está sendo realizada no plenário 2.
Liderança PT/Câmara
Brasil registra criação de 34,8 mil empregos formais em março
O Ministério do Trabalho e Emprego informou nesta quarta-feira (15) que foram criados em março 34.818 novos postos de trabalho com carteira assinada. O crescimento foi de 0,11% em relação a fevereiro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). É o segundo resultado positivo registrado no ano.
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi afirmou que março é o mês da virada. “Ainda não é um número tão expressivo, mas é uma demonstração inequívoca da consolidação da curva ascendente de geração de emprego no Brasil. A partir desse mês de março vamos entrar em uma curva ascendente fazendo o Brasil ser um dos primeiros países do mundo a ter crescimento da economia", avaliou ele.
Os setores que mais contribuíram para o desempenho positivo foram serviços, construção civil e agricultura. A indústria de transformação e o comércio registraram desempenho negativo no mês.
Em fevereiro, o saldo também foi positivo, com pouco mais de 9 mil empregos formais criados. O resultado foi o primeiro positivo depois de três meses de queda.
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi afirmou que março é o mês da virada. “Ainda não é um número tão expressivo, mas é uma demonstração inequívoca da consolidação da curva ascendente de geração de emprego no Brasil. A partir desse mês de março vamos entrar em uma curva ascendente fazendo o Brasil ser um dos primeiros países do mundo a ter crescimento da economia", avaliou ele.
Os setores que mais contribuíram para o desempenho positivo foram serviços, construção civil e agricultura. A indústria de transformação e o comércio registraram desempenho negativo no mês.
Em fevereiro, o saldo também foi positivo, com pouco mais de 9 mil empregos formais criados. O resultado foi o primeiro positivo depois de três meses de queda.
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