O Trem do Pantanal volta a circular nesta sexta-feira (8), em uma viagem inaugural em que estarão presentes o presidente Luiz inácio Lula da Silva, o ministro do Turismo, Luiz Barretto, e o governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli.
A comitiva embarca às 9h30 em Aquidauana (MS) e deve percorrer um trecho de aproximadamente 40 quilômetros da ferrovia. À tarde (14h15), na Estação Indubrasil, em Campo Grande, Lula participa da cerimônia de lançamento oficial das operações do trem.
A reativação da rota (Trem do Pantanal) como atração turística é um projeto desenvolvido em parceria pelos governos federal e estadual e por municípios sul-mato-grossenses cortados pela linha férrea. Lula deixa Campo Grande às 16h30, com destino a Brasília. O desembarque na Base Aérea está previsto para as 19h.
ABr
sexta-feira, 8 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
Boa noticia: Produção industrial tem terceira alta seguida e setor automotivo lidera reação
Pesquisa Industrial Mensal divulgada nesta terça-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que a produção industrial subiu 0,7% no mês de março em relação a fevereiro e registrou a terceira alta mensal seguida, considerando os dados com ajuste sazonal.
"Após três meses de suave acréscimo mensal no nível de produção, acumulando alta de 4,8% entre dezembro e março, houve uma inversão na trajetória do índice de média móvel trimestral, que cresceu 1,6% em março frente ao mês anterior, após perda acumulada de 18% nos últimos cinco meses", destacou o IBGE em nota.
Um dos setores que mais influenciou a alta, conforme o instituto,foi o setor de veículos automotores, que registrou, em relação a fevereiro, elevação de 7%.
Onze das 27 atividades industriais tiveram alta na produção. Outores setores destacados pelo instituto foram a indústria farmacêutica (9%); outros produtos químicos (3,5%); equipamentos de instrumentação médico-hospitalar e óticos (20,8%); e indústrias extrativas (2,4%).
De acordo com os dados da pesquisa do IBGE, nas categorias da indústria, a única a registrar retração em março ante fevereiro foi o setor de bens de capital, cuja produção caiu 6,3%. Os demais registraram leve variação ou pequena alta: bens intermediários (0,3%); bens de consumo (1,3%); bens duráveis (1,7%); bens semiduráveis e não duráveis (0,8%).
"Após três meses de suave acréscimo mensal no nível de produção, acumulando alta de 4,8% entre dezembro e março, houve uma inversão na trajetória do índice de média móvel trimestral, que cresceu 1,6% em março frente ao mês anterior, após perda acumulada de 18% nos últimos cinco meses", destacou o IBGE em nota.
Um dos setores que mais influenciou a alta, conforme o instituto,foi o setor de veículos automotores, que registrou, em relação a fevereiro, elevação de 7%.
Onze das 27 atividades industriais tiveram alta na produção. Outores setores destacados pelo instituto foram a indústria farmacêutica (9%); outros produtos químicos (3,5%); equipamentos de instrumentação médico-hospitalar e óticos (20,8%); e indústrias extrativas (2,4%).
De acordo com os dados da pesquisa do IBGE, nas categorias da indústria, a única a registrar retração em março ante fevereiro foi o setor de bens de capital, cuja produção caiu 6,3%. Os demais registraram leve variação ou pequena alta: bens intermediários (0,3%); bens de consumo (1,3%); bens duráveis (1,7%); bens semiduráveis e não duráveis (0,8%).
Amorim: “Mais do que convidado, hoje o Brasil é demandado”
Leia abaixo reportagem com o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, publicada pela Revista IstoÉ Dinheiro desta semana:
Os comprimidos de omeprazol foram trocados pelo chá de camomila. Mas o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, ainda mantém o hábito de dormir sempre que pode e comer pouco. É dessa forma que ele aguenta uma rotina pesada de viagens e missões nas quais representa não apenas o governo brasileiro, mas, muitas vezes também, as posições de outros países em desenvolvimento. Desde o início de sua gestão, Amorim já visitou 167 países - vários mais de uma vez - totalizando 468 dias fora do Brasil. E isso sem contar as mais de 80 viagens nas quais acompanhou o presidente Lula.
Ele estima que tenha se ausentado de Brasília quase dois terços do tempo em que comanda o Itamaraty. Tamanho esforço, segundo ele, tem o seguinte saldo: hoje o Brasil participa como protagonista das principais discussões globais, sejam políticas ou econômicas. "Quem diria, há seis anos, que os principais negociadores comerciais seriam estados Unidos, União Européia, Índia, China e Brasil?", disse. "As oportunidades aparecem, mas se você ficar o dia inteiro trancado no quarto, nem as vê. E muito menos as aproveita." Amorim tem plena consciência do que fala. Hoje, o Brasil integra o Mercosul, a Unasul, o G5, o G20 financeiro e o da OMC, que ajudou a criar; participa das reuniões do G8, além de integrar o Bric e o Ibas. As siglas diversas pouco importam no momento. Significam que o Brasil conseguiu um lugar ao sol na cena política internacional. "Mais que convidado, hoje, o Brasil é demandado", diz Amorim.
Se no cenário interno o ministro ainda se irrita com algumas críticas, como as que apontam que o Brasil estaria se ligando demais aos países em desenvolvimento ou que há uma obsessiva ambição em pertencer ao conselho de segurança da ONU, ele se vinga no plano internacional. Nos últimos trinta dias, o Brasil foi tema de duas capas da edição internacional da Newsweek. Ambas exaltam a forma como o país conseguiu se destacar no tabuleiro mundial, citando o bom estado da economia, o diálogo franco travado entre o presidente Lula e outros líderes e, claro, a força da diplomacia nacional. "Acho que nem se eu escrevesse seria tão favorável", brinca Amorim. O fato é que o Itamaraty tem conseguido, com uma boa dose de paciência, atrair os vizinhos sul-americanos para a sua órbita. Sem contar as visitas junto ao presidente, Amorim viajou 51 vezes para os países da região. Algumas vezes para apagar incêndios, como é o caso mais comum com a Argentina, mas a grande maioria foi para manter o contato estreito iniciado na gestão Lula.
A intensidade e a diversidade das relações brasileiras ficam evidentes no calendário de visitas. Nesta quarta-feira 6, o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad estará no Brasil (visita que seria cancelada após a publicação da revista). No dia seguinte, é a vez do presidente do Paraguai, Fernando Lugo. Às vezes, são várias no mesmo dia, como se pode ver nas bandeiras hasteadas em frente ao itamaraty. "Outro dia tinha a bandeira do Irã ao lado da do Reino Unido", conta Amorim. Ele já mandou instalar mais dois mastros desde o início do governo. O ritmo imposto à política externa, no entanto, não teria sobrevida se não contasse com o engajamento pessoal do presidente Lula. "Somos pessoas com histórias de vida diferentes, mas temos uma afinidade de pensamento", explica Amorim. Uma afinidade que é criticada por parte da diplomacia, que considera a política atual muito "de esquerda". Nos corredores do palácio ouvem-se críticas à atenção excessiva a países em desenvolvimento, com abertura de embaixadas na África e no Oriente Médio.
Amorim não se importa. Diz que a crise mostrou que a diversificação está sendo boa para o Brasil, hoje menos dependente dos mercados centrais. A relação com os Estados Unidos, se já era boa no governo George W. Bush, ficou mais respeitosa com Barack Obama. "Sem os Estados Unidos é difícil fazer uma coisa global, mas eles perceberam que sozinhos também não fazem nada. Por isso, quando eles pedem sugestões acho que estão sendo sinceros", afirma o chanceler. Na reunião do G 20, Obama chegou a referir- se ao presidente Lula como "o cara". Se ele assim o é, quem será Celso Amorim? "Sou o assessor do cara", brinca. "Eu não sou o cara, mas o Brasil é o país. Não há conversa sem o Brasil."
O ministro analisou as relações do Brasil com os países do continente e com outros emergentes. Confira, a seguir, trechos de sua entrevista:
O Brasil tem aparecido bastante no cenário internacional. O que mudou para que o País tivesse esse reconhecimento?
Mudou o Brasil, pra começar. O presidente Lula teve uma disposição muito grande. Nos primeiros dois anos de governo ele visitou e recebeu todos os presidentes sul-americanos. Quando criamos a Unasul, falavam que estávamos cutucando a onça com vara curta. Agora o presidente Barack Obama pediu uma reunião com o grupo. O presidente visitou 21 países da África. Agora, ele vai à China, Turquia e Arábia Saudita. É importante do ponto de vista econômico e comercial. E é curioso porque agora você lê conselhos que é o que já praticávamos ontem. Esse alinhamento sul-sul, alianças com países em desenvolvimento...
A crise, centrada nos países desenvolvidos, avalizou essa política?
Nós preferíamos que não tivesse crise. Mas ela foi uma comprovação irrefutável de que essa política de diversificação foi bem feita. Se tivéssemos feito os acordos de livre comércio na pressa, como muita gente queria que fizéssemos com os Estados Unidos e a União Européia, teríamos problemas. Todos os países que fecharam acordos de livre comércio com eles tiveram seus déficits aumentados. Num momento de crise como esse, nossa vulnerabilidade externa seria bem maior.
A China é hoje o principal parceiro comercial. Ela será a salvação do Brasil?
A China foi no mês passado, não sei se isso continua até o fim do ano. A salvação do Brasil é o Brasil. Temos um bom mercado interno. A distribuição de renda contribuiu para isso, as obras do PAC também. Agora, é claro que a recuperação da economia chinesa vai ajudar muito. Com a ênfase deles para o mercado interno, poderá até haver uma abertura maior para nossos produtos industriais.
O sr. fala que os próprios chineses reconhecem que o comércio está desequilibrado. É um discurso parecido com o nosso em relação à Argentina...
A vida é assim, né? O comércio internacional não é um jogo de dois parceiros, mas de múltiplos parceiros. Então você não pode esperar que todos os intercâmbios sejam absolutamente equilibrados. Nem a Argentina pode esperar isso de nós e nem nós da China.
A relação dos Estados Unidos com o restante da América Latina mudou na Cúpula das Américas?
Acho que os Estados Unidos entenderam que a América Latina não é um todo homogêneo. A palavra mais usada foi diversidade. Há um respeito mútuo. É claro que sempre há conflitos. Mas não há mais aquela postura "eu tenho razão e eu vou impô-la ao mundo".
Nesta nova relação dos Estados Unidos com a região, como fica a posição do Brasil como intermediário?
O Brasil sempre terá um peso importante na relação internacional. E parte do peso que tem é sua boa relação na região. Sua capacidade de enfrentar pacificamente, sem grandes conflitos, na região. Isso é parte do nosso poder.
Quais são os próximos passos da diplomacia brasileira?
Não podemos escolher uma única linha de ação internacional. A América do Sul sempre será a prioridade número um. Mas o País tem feito muito com a África e vai continuar fazendo. Tem feito com os Brics e vai aprofundar. Vamos continuar trabalhando em outras ações com países em desenvolvimento. O Ibas (Índia, Brasil e África do Sul) tem cada vez mais prestígio. Tem muita coisa pra trabalhar, mas de repente surge um tema novo.
Os comprimidos de omeprazol foram trocados pelo chá de camomila. Mas o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, ainda mantém o hábito de dormir sempre que pode e comer pouco. É dessa forma que ele aguenta uma rotina pesada de viagens e missões nas quais representa não apenas o governo brasileiro, mas, muitas vezes também, as posições de outros países em desenvolvimento. Desde o início de sua gestão, Amorim já visitou 167 países - vários mais de uma vez - totalizando 468 dias fora do Brasil. E isso sem contar as mais de 80 viagens nas quais acompanhou o presidente Lula.
Ele estima que tenha se ausentado de Brasília quase dois terços do tempo em que comanda o Itamaraty. Tamanho esforço, segundo ele, tem o seguinte saldo: hoje o Brasil participa como protagonista das principais discussões globais, sejam políticas ou econômicas. "Quem diria, há seis anos, que os principais negociadores comerciais seriam estados Unidos, União Européia, Índia, China e Brasil?", disse. "As oportunidades aparecem, mas se você ficar o dia inteiro trancado no quarto, nem as vê. E muito menos as aproveita." Amorim tem plena consciência do que fala. Hoje, o Brasil integra o Mercosul, a Unasul, o G5, o G20 financeiro e o da OMC, que ajudou a criar; participa das reuniões do G8, além de integrar o Bric e o Ibas. As siglas diversas pouco importam no momento. Significam que o Brasil conseguiu um lugar ao sol na cena política internacional. "Mais que convidado, hoje, o Brasil é demandado", diz Amorim.
Se no cenário interno o ministro ainda se irrita com algumas críticas, como as que apontam que o Brasil estaria se ligando demais aos países em desenvolvimento ou que há uma obsessiva ambição em pertencer ao conselho de segurança da ONU, ele se vinga no plano internacional. Nos últimos trinta dias, o Brasil foi tema de duas capas da edição internacional da Newsweek. Ambas exaltam a forma como o país conseguiu se destacar no tabuleiro mundial, citando o bom estado da economia, o diálogo franco travado entre o presidente Lula e outros líderes e, claro, a força da diplomacia nacional. "Acho que nem se eu escrevesse seria tão favorável", brinca Amorim. O fato é que o Itamaraty tem conseguido, com uma boa dose de paciência, atrair os vizinhos sul-americanos para a sua órbita. Sem contar as visitas junto ao presidente, Amorim viajou 51 vezes para os países da região. Algumas vezes para apagar incêndios, como é o caso mais comum com a Argentina, mas a grande maioria foi para manter o contato estreito iniciado na gestão Lula.
A intensidade e a diversidade das relações brasileiras ficam evidentes no calendário de visitas. Nesta quarta-feira 6, o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad estará no Brasil (visita que seria cancelada após a publicação da revista). No dia seguinte, é a vez do presidente do Paraguai, Fernando Lugo. Às vezes, são várias no mesmo dia, como se pode ver nas bandeiras hasteadas em frente ao itamaraty. "Outro dia tinha a bandeira do Irã ao lado da do Reino Unido", conta Amorim. Ele já mandou instalar mais dois mastros desde o início do governo. O ritmo imposto à política externa, no entanto, não teria sobrevida se não contasse com o engajamento pessoal do presidente Lula. "Somos pessoas com histórias de vida diferentes, mas temos uma afinidade de pensamento", explica Amorim. Uma afinidade que é criticada por parte da diplomacia, que considera a política atual muito "de esquerda". Nos corredores do palácio ouvem-se críticas à atenção excessiva a países em desenvolvimento, com abertura de embaixadas na África e no Oriente Médio.
Amorim não se importa. Diz que a crise mostrou que a diversificação está sendo boa para o Brasil, hoje menos dependente dos mercados centrais. A relação com os Estados Unidos, se já era boa no governo George W. Bush, ficou mais respeitosa com Barack Obama. "Sem os Estados Unidos é difícil fazer uma coisa global, mas eles perceberam que sozinhos também não fazem nada. Por isso, quando eles pedem sugestões acho que estão sendo sinceros", afirma o chanceler. Na reunião do G 20, Obama chegou a referir- se ao presidente Lula como "o cara". Se ele assim o é, quem será Celso Amorim? "Sou o assessor do cara", brinca. "Eu não sou o cara, mas o Brasil é o país. Não há conversa sem o Brasil."
O ministro analisou as relações do Brasil com os países do continente e com outros emergentes. Confira, a seguir, trechos de sua entrevista:
O Brasil tem aparecido bastante no cenário internacional. O que mudou para que o País tivesse esse reconhecimento?
Mudou o Brasil, pra começar. O presidente Lula teve uma disposição muito grande. Nos primeiros dois anos de governo ele visitou e recebeu todos os presidentes sul-americanos. Quando criamos a Unasul, falavam que estávamos cutucando a onça com vara curta. Agora o presidente Barack Obama pediu uma reunião com o grupo. O presidente visitou 21 países da África. Agora, ele vai à China, Turquia e Arábia Saudita. É importante do ponto de vista econômico e comercial. E é curioso porque agora você lê conselhos que é o que já praticávamos ontem. Esse alinhamento sul-sul, alianças com países em desenvolvimento...
A crise, centrada nos países desenvolvidos, avalizou essa política?
Nós preferíamos que não tivesse crise. Mas ela foi uma comprovação irrefutável de que essa política de diversificação foi bem feita. Se tivéssemos feito os acordos de livre comércio na pressa, como muita gente queria que fizéssemos com os Estados Unidos e a União Européia, teríamos problemas. Todos os países que fecharam acordos de livre comércio com eles tiveram seus déficits aumentados. Num momento de crise como esse, nossa vulnerabilidade externa seria bem maior.
A China é hoje o principal parceiro comercial. Ela será a salvação do Brasil?
A China foi no mês passado, não sei se isso continua até o fim do ano. A salvação do Brasil é o Brasil. Temos um bom mercado interno. A distribuição de renda contribuiu para isso, as obras do PAC também. Agora, é claro que a recuperação da economia chinesa vai ajudar muito. Com a ênfase deles para o mercado interno, poderá até haver uma abertura maior para nossos produtos industriais.
O sr. fala que os próprios chineses reconhecem que o comércio está desequilibrado. É um discurso parecido com o nosso em relação à Argentina...
A vida é assim, né? O comércio internacional não é um jogo de dois parceiros, mas de múltiplos parceiros. Então você não pode esperar que todos os intercâmbios sejam absolutamente equilibrados. Nem a Argentina pode esperar isso de nós e nem nós da China.
A relação dos Estados Unidos com o restante da América Latina mudou na Cúpula das Américas?
Acho que os Estados Unidos entenderam que a América Latina não é um todo homogêneo. A palavra mais usada foi diversidade. Há um respeito mútuo. É claro que sempre há conflitos. Mas não há mais aquela postura "eu tenho razão e eu vou impô-la ao mundo".
Nesta nova relação dos Estados Unidos com a região, como fica a posição do Brasil como intermediário?
O Brasil sempre terá um peso importante na relação internacional. E parte do peso que tem é sua boa relação na região. Sua capacidade de enfrentar pacificamente, sem grandes conflitos, na região. Isso é parte do nosso poder.
Quais são os próximos passos da diplomacia brasileira?
Não podemos escolher uma única linha de ação internacional. A América do Sul sempre será a prioridade número um. Mas o País tem feito muito com a África e vai continuar fazendo. Tem feito com os Brics e vai aprofundar. Vamos continuar trabalhando em outras ações com países em desenvolvimento. O Ibas (Índia, Brasil e África do Sul) tem cada vez mais prestígio. Tem muita coisa pra trabalhar, mas de repente surge um tema novo.
domingo, 3 de maio de 2009
Morre o criador do teatro do oprimido, Algusto Boal
morreu na madrugada deste sabado(2) o diretor teatral, dramaturgo e ensaista Augusto Boal. Ele se encontrava internado no (CTI) do Hospital Samaritano no Rio. Boal tinha 78 anos e sofria de leocemia.
Boal foi fundador do teatro do oprimido, genero do teatro que tem uma caracteristica de critica a exploração dos pobres. Segundo informações do hospital a causa da morte foi insuficiencia respiratória, a morte ocorreu por volta de 2h40 do Sabado.
Boal foi fundador do teatro do oprimido, genero do teatro que tem uma caracteristica de critica a exploração dos pobres. Segundo informações do hospital a causa da morte foi insuficiencia respiratória, a morte ocorreu por volta de 2h40 do Sabado.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
No Dia do Trabalhador, Brasil começa a extrair petróleo da camada de pré-sal
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa nesta sexta-feira, 1º de Maio, Dia do Trabalhador, de solenidade em comemoração ao primeiro óleo extraído no Pólo Pré-Sal da Bacia de Santos. O evento marca o início do desenvolvimento do reservatório de Tupi, o maior já descoberto pela empresa no País, com volume recuperável estimado entre 5 e 8 bilhões de barris de óleo. O ato terá início às 16h, na Marina da Glória, Rio de Janeiro (RJ).
A avaliação do campo de Tupi é considerada fundamental para a definição de novos projetos e desenvolvimento da produção no pré-sal. Para isso, será realizado em Tupi um Teste de Longa Duração (TLD) com duração de 15 meses, que inclui a análise do comportamento dos reservatórios de produção, da movimentação ou drenagem dos fluidos e do escoamento submarino, entre outras informações. O Teste será realizado a bordo do navio-plataforma Cidade de São Vicente, com capacidade para processar 30 mil barris de petróleo por dia.
Com a conclusão do teste no final de 2010, a Petrobras colocará em operação o projeto-piloto de Tupi, que terá capacidade para produzir e processar diariamente 100 mil barris de óleo e 4 milhões de metros cúbicos de gás.
Investimentos
Até 2013 serão investidos US$ 29 bilhões no desenvolvimento da produção do pré-sal, de acordo com a Petrobras. Desse total, US$18,6 bi serão destinados à Bacia de Santos. A previsão da empresa é que em 2013 os primeiros blocos do pré-sal estejam produzindo, em média, 219 mil barris de óleo por dia. Esse volume deverá subir para 1,3 milhão em 2017 e para 1,8 milhão em 2020, só de óleo proveniente desse tipo de reservatório.
Para suprir o mercado com produtos e equipamentos demandados pelo setor de petróleo e gás, a cadeia de fornecedores e a mão-de-obra do País está em processo de qualificação. Em parceria com o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), a Petrobras já treinou 16,7 mil pessoas para atuar na indústria naval. A meta para 2013 é capacitar mais 19,7 mil trabalhadores.
A avaliação do campo de Tupi é considerada fundamental para a definição de novos projetos e desenvolvimento da produção no pré-sal. Para isso, será realizado em Tupi um Teste de Longa Duração (TLD) com duração de 15 meses, que inclui a análise do comportamento dos reservatórios de produção, da movimentação ou drenagem dos fluidos e do escoamento submarino, entre outras informações. O Teste será realizado a bordo do navio-plataforma Cidade de São Vicente, com capacidade para processar 30 mil barris de petróleo por dia.
Com a conclusão do teste no final de 2010, a Petrobras colocará em operação o projeto-piloto de Tupi, que terá capacidade para produzir e processar diariamente 100 mil barris de óleo e 4 milhões de metros cúbicos de gás.
Investimentos
Até 2013 serão investidos US$ 29 bilhões no desenvolvimento da produção do pré-sal, de acordo com a Petrobras. Desse total, US$18,6 bi serão destinados à Bacia de Santos. A previsão da empresa é que em 2013 os primeiros blocos do pré-sal estejam produzindo, em média, 219 mil barris de óleo por dia. Esse volume deverá subir para 1,3 milhão em 2017 e para 1,8 milhão em 2020, só de óleo proveniente desse tipo de reservatório.
Para suprir o mercado com produtos e equipamentos demandados pelo setor de petróleo e gás, a cadeia de fornecedores e a mão-de-obra do País está em processo de qualificação. Em parceria com o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), a Petrobras já treinou 16,7 mil pessoas para atuar na indústria naval. A meta para 2013 é capacitar mais 19,7 mil trabalhadores.
Qual será o caminho da Unitins?
Depois de assinar o termo de ajuste de condulta a Unitins começará a transferir os seus alunos para outras instituições de ensino, e só realizará outros processos seletivos mediante a gratuidade do ensino, para mim foi uma vitória pois sempre defendi o ensino publico de forma subsidiada pelo estado, no caso especifico da Unitins, Defendo uma reestruturação na entidade passando a dispor de cursos presencias e a distancia como é o que acontece com as grandes instituições de ensino hoje no país, mas que seja, instituida no tripé ensino, pesquisa e extensão. ou seja que promova o ensino de qualidade. Para além disso acho que seria bom se o Governo promovesse varias audiencias publicas para debater melhor o tema.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Trabalhadores foram blindados por ações do Governo Lula, dizem petistas
Ao fazer um balanço sobre as conquistas e a situação dos trabalhadores brasileiros, nestes dias em que se comemora o Dia do Trabalho, parlamentares da bancada do PT na Câmara avaliaram que, chama a atenção neste momento o fato de que no Brasil, apesar da crise internacional, os trabalhadores foram menos penalizados do que os dos demais países do mundo. Essa blindagem, afirmam, é resultado das ações estruturantes do Governo Lula, com investimento histórico que permitiu o fortalecimento do mercado interno e as obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
“Além dos diversos avanços na legislação trabalhista que tivemos nos últimos anos, os trabalhadores brasileiros estão em condições bem mais favoráveis que muitos outros países afetados com a crise internacional. Este fato, por si só, já é motivo de muita comemoração”, afirmou o deputado Vicentinho (PT-SP). Segundo o petista, fatores como o aumento real do salário mínimo e a abertura de negociações com os sindicatos trabalhistas, ambos estreados no governo Lula, colocam o trabalhador brasileiro em um patamar de conquistas decisivas para o setor.
Redução da Jornada
Relator da subcomissão que trata da redução da jornada de trabalho, Vicentinho cita a demanda como o grande desafio. “Reduzir a jornada de 44h para 40h semanais e regulamentar a terceirização de mão-de-obra no País, são os principais desafios a partir de agora. Isso permitirá ao Brasil a manutenção do crescimento econômico com geração de empregos e distribuição de renda”, afirmou. Vicentinho adiantou que deverá apresentar nos próximos dias relatório favorável à redução da jornada.
Para o deputado Eudes Xavier (PT-CE) a redução da jornada de trabalho é um componente indispensável para que o País continue gerando mais postos de trabalhos. “Precisamos articular uma grande mobilização para ajudar nessa luta, que é histórica. Isso implicará em geração de mais empregos e mais qualidade de vida para o trabalhador brasileiro”, avaliou. Ele também cita a comdição favorável do trabalhador brasileiro frente aos de outros países.
Piso Salarial
A aprovação da lei que estipula um piso salarial para os professores brasileiros, lembra o petista, é uma conquista sem precedentes para os trabalhadores brasileiros. “Pela primeira vez no Brasil o 1º de maio (Dia do Trabalho) será comemorado com um piso de R$ 950 para os professores. Mesmo que em alguns estados brasileiros essa conquista ainda não tenha sido assegurada plenamente, é um grande diferencial. Trata-se do reconhecimento e da valorização desta importante categoria”, afirmou Eudes.
Investimentos
O deputado Fernando Nascimento(PT-PE)também destacou o desempenho da economia brasileira frente a crise e disse que o trabalhador já reconhece todo o esforço do governo Lula para evitar conseqüências mais graves. “Estamos sentindo a crise, mas em escala bem menor que outros países. O Brasileiro já tem a visão de que a crise não foi construída no Brasil e reconhece que a situação continua sob controle devido aos investimentos do PAC, que já injetou mais de R$ 650 milhões em todo o País. Todas as cidades brasileiras já receberam ou estão recebendo investimentos do PAC, isso foi de extrema importância para o país vivenciar a crise”, avaliou.
Fernando Nascimento destacou ainda o papel dos programas sociais, como o Bolsa Família, que injeta mensalmente recursos de ponta-a-ponta do país.
Liderança PT/Câmara
“Além dos diversos avanços na legislação trabalhista que tivemos nos últimos anos, os trabalhadores brasileiros estão em condições bem mais favoráveis que muitos outros países afetados com a crise internacional. Este fato, por si só, já é motivo de muita comemoração”, afirmou o deputado Vicentinho (PT-SP). Segundo o petista, fatores como o aumento real do salário mínimo e a abertura de negociações com os sindicatos trabalhistas, ambos estreados no governo Lula, colocam o trabalhador brasileiro em um patamar de conquistas decisivas para o setor.
Redução da Jornada
Relator da subcomissão que trata da redução da jornada de trabalho, Vicentinho cita a demanda como o grande desafio. “Reduzir a jornada de 44h para 40h semanais e regulamentar a terceirização de mão-de-obra no País, são os principais desafios a partir de agora. Isso permitirá ao Brasil a manutenção do crescimento econômico com geração de empregos e distribuição de renda”, afirmou. Vicentinho adiantou que deverá apresentar nos próximos dias relatório favorável à redução da jornada.
Para o deputado Eudes Xavier (PT-CE) a redução da jornada de trabalho é um componente indispensável para que o País continue gerando mais postos de trabalhos. “Precisamos articular uma grande mobilização para ajudar nessa luta, que é histórica. Isso implicará em geração de mais empregos e mais qualidade de vida para o trabalhador brasileiro”, avaliou. Ele também cita a comdição favorável do trabalhador brasileiro frente aos de outros países.
Piso Salarial
A aprovação da lei que estipula um piso salarial para os professores brasileiros, lembra o petista, é uma conquista sem precedentes para os trabalhadores brasileiros. “Pela primeira vez no Brasil o 1º de maio (Dia do Trabalho) será comemorado com um piso de R$ 950 para os professores. Mesmo que em alguns estados brasileiros essa conquista ainda não tenha sido assegurada plenamente, é um grande diferencial. Trata-se do reconhecimento e da valorização desta importante categoria”, afirmou Eudes.
Investimentos
O deputado Fernando Nascimento(PT-PE)também destacou o desempenho da economia brasileira frente a crise e disse que o trabalhador já reconhece todo o esforço do governo Lula para evitar conseqüências mais graves. “Estamos sentindo a crise, mas em escala bem menor que outros países. O Brasileiro já tem a visão de que a crise não foi construída no Brasil e reconhece que a situação continua sob controle devido aos investimentos do PAC, que já injetou mais de R$ 650 milhões em todo o País. Todas as cidades brasileiras já receberam ou estão recebendo investimentos do PAC, isso foi de extrema importância para o país vivenciar a crise”, avaliou.
Fernando Nascimento destacou ainda o papel dos programas sociais, como o Bolsa Família, que injeta mensalmente recursos de ponta-a-ponta do país.
Liderança PT/Câmara
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