Ao comentar o desmatamento anual na Amazônia, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse nesta sexta-feira (28) que o governo vai estabelecer metas de redução de desmatamento para os próximos anos.
O Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), apontou entre agosto de 2007 e julho de 2008, 11.968 quilômetros quadrados de desmatamento, um aumento de 3,8% em relação ao período anterior.
As metas, segundo Minc, farão parte do Plano Nacional de Mudanças Climáticas, que deverá ser assinado na próxima segunda-feira (1°) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Serão metas substanciais para diminuição do desmatamento em quadriênios (a cada quatro anos)”, comentou.
Sem detalhar numericamente as metas, Minc afirmou que o cumprimento dos objetivos de redução de desmate será compartilhado. “Vai depender do governo federal, dos governos estaduais, do setor produtivo e dos consumidores. É um esforço planetário”, avaliou.
A redução comprovada de desmatamento é a alavanca do Fundo Amazônia, lançado pelo governo para arrecadar doações internacionais voluntárias para medidas de preservação ambiental.
domingo, 30 de novembro de 2008
BURACOS NA CIDADE
Em Araguaina é só começar a chover que os buracos aparecem, este fato não é exclusividade da atual gestão, e concerteza o proximo prefeito irá enfrentar as criticas da população por conta dos buracos, entretanto, é preciso que em nossa cidade haja planejamento, e o nosso gestor pense o quanto é importante construir asfalto de qualidade, as galerias pluviais e o esgotamento sanitário.A cidade vai agradecer ao politico que independente da bandeira partidária que representar consiga resolver os seus problemas.
Brasil Unido
A tragedia de Santa Catarina mostrou o quanto o brasileiro é solidário, varios caminhões de quase todos os estados, repletos de roupas, alimmentos e água chegaram ao estado, este acontecimento mostrou o quanto podemos fazer pelas pessoas,é bonito ver o gesto de milhares de brasileiro que retiraram um pouco do que tem para ajudar os sobreviventes da tragedia, mas é muito importante que as pessoas continuem a ajudar, pois em algumas cidades os empreendimentos economicos foram destruidos e essas pessoas não tem com que sobreviver.
sábado, 29 de novembro de 2008
Brasileiros gastam mais água que o resto do mundo
Água potável está se tornando escassa nos grandes centros urbanos.
Distância de fontes encarece transporte e tratamento do líquido.
Do G1,
O brasileiro gasta mais água que a média mundial, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). De acordo com a entidade, para higiene e consumo geral, uma pessoa precisa de cerca de 110 litros de água por dia. No entanto, no Brasil, gasta-se o dobro, 220 litros por dia, ou mais.
Pesquisadores da universidade de Brasília calcularam o quantidade água que se gasta para levar comida à mesa. Para criar um boi, são 100 mil litros de água. A produção de um quilo de arroz, desde a lavoura, gasta 500 litros. Já o cafezinho, da plantação à cozinha, precisa de 140 litros de água para cada xícara. A dona de casa Fabiana Randt não imaginava. “É muita coisa, pra uma única xicrinha de café é muita água”.
Desperdício
É sem perceber que o brasileiro gasta muito mais água do que poderia. A torneira aberta mais tempo que o necessário. O banho demorado demais. O cafezinho, por exemplo, continua custando caro mesmo depois de a xícara ficar vazia. E a água vai pelo ralo, suja. Deixá-la em condições de consumo exige trabalho e tecnologia. E o que é mais grave: a água potável está ficando escassa.
“Principalmente nos grandes centros urbanos, a água cada vez tem que ser buscada mais distante. E essa distância cada vez mais aumenta o custo do transporte e do tratamento dessa água”, diz o especialista Max Demattos.
Em um encontro em Belo Horizonte, representantes da Organização das Nações Unidas, empresários e ambientalistas de vários países fazem o alerta. “Muitos rios não têm mais água limpa, aquela água que não tem fertilizantes, que não tem produto químico”, afirma o engenheiro Milton Nogueira da Silva. “Se faltar água vai ter menos produção de alimentos”, completa
Fabiana faz a parte dela: reduziu o consumo. a conta baixou. “O bolso é uma conseqüencia, o principal mesmo é o meio-ambiente. O futuro depende do que eu fizer e que todo mundo fizer hoje”, finaliza ela.
Distância de fontes encarece transporte e tratamento do líquido.
Do G1,
O brasileiro gasta mais água que a média mundial, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). De acordo com a entidade, para higiene e consumo geral, uma pessoa precisa de cerca de 110 litros de água por dia. No entanto, no Brasil, gasta-se o dobro, 220 litros por dia, ou mais.
Pesquisadores da universidade de Brasília calcularam o quantidade água que se gasta para levar comida à mesa. Para criar um boi, são 100 mil litros de água. A produção de um quilo de arroz, desde a lavoura, gasta 500 litros. Já o cafezinho, da plantação à cozinha, precisa de 140 litros de água para cada xícara. A dona de casa Fabiana Randt não imaginava. “É muita coisa, pra uma única xicrinha de café é muita água”.
Desperdício
É sem perceber que o brasileiro gasta muito mais água do que poderia. A torneira aberta mais tempo que o necessário. O banho demorado demais. O cafezinho, por exemplo, continua custando caro mesmo depois de a xícara ficar vazia. E a água vai pelo ralo, suja. Deixá-la em condições de consumo exige trabalho e tecnologia. E o que é mais grave: a água potável está ficando escassa.
“Principalmente nos grandes centros urbanos, a água cada vez tem que ser buscada mais distante. E essa distância cada vez mais aumenta o custo do transporte e do tratamento dessa água”, diz o especialista Max Demattos.
Em um encontro em Belo Horizonte, representantes da Organização das Nações Unidas, empresários e ambientalistas de vários países fazem o alerta. “Muitos rios não têm mais água limpa, aquela água que não tem fertilizantes, que não tem produto químico”, afirma o engenheiro Milton Nogueira da Silva. “Se faltar água vai ter menos produção de alimentos”, completa
Fabiana faz a parte dela: reduziu o consumo. a conta baixou. “O bolso é uma conseqüencia, o principal mesmo é o meio-ambiente. O futuro depende do que eu fizer e que todo mundo fizer hoje”, finaliza ela.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Líderes religiosos se reúnem na Suécia para discutir clima
Centenas de representantes das principais religiões do mundo reúnem-se nesta sexta-feira em Uppsala, na Suécia, para um encontro ecumênico sobre mudanças climáticas - tida como a primeira do tipo.
A reunião, de dois dias, inclui cristãos, muçulmanos, judeus, chineses daoístas e um representante dos povos indígenas dos Estados Unidos.
O encontro deve produzir um manifesto, a ser assinado por 30 líderes religiosos, que terá o objetivo de encorajar a Organização das Nações Unidas a buscar medidas mais rigorosas para lidar com as mudanças no clima do planeta.
Os líderes também querem incentivar o envolvimento pessoal de fiéis nos temas relacionados à causa.
O repórter da BBC no encontro, Christopher Landau, disse que será abordada na conferência a falta de entusiasmo em relação a medidas contra mudanças climáticas em alguns setores religiosos.
"Eis uma grande emergência humana", disse o bispo anglicano de Londres, Richard Chartres.
"Várias de nossas paróquias ainda encaram isto como um assunto periférico, de segunda ordem. Tem que subir nas prioridades."
Os delegados na Suécia acreditam que se apresentarem uma mensagem unificada para o mundo, as comunidades religiosas podem fazer uma contribuição real. DA BBC BRASIL
A reunião, de dois dias, inclui cristãos, muçulmanos, judeus, chineses daoístas e um representante dos povos indígenas dos Estados Unidos.
O encontro deve produzir um manifesto, a ser assinado por 30 líderes religiosos, que terá o objetivo de encorajar a Organização das Nações Unidas a buscar medidas mais rigorosas para lidar com as mudanças no clima do planeta.
Os líderes também querem incentivar o envolvimento pessoal de fiéis nos temas relacionados à causa.
O repórter da BBC no encontro, Christopher Landau, disse que será abordada na conferência a falta de entusiasmo em relação a medidas contra mudanças climáticas em alguns setores religiosos.
"Eis uma grande emergência humana", disse o bispo anglicano de Londres, Richard Chartres.
"Várias de nossas paróquias ainda encaram isto como um assunto periférico, de segunda ordem. Tem que subir nas prioridades."
Os delegados na Suécia acreditam que se apresentarem uma mensagem unificada para o mundo, as comunidades religiosas podem fazer uma contribuição real. DA BBC BRASIL
Enchentes em SC 'são reflexo de mudanças na Amazônia', diz 'Clarín'
Sistema de formação de nuvens e chuvas na floresta foi alterado, diz jornal argentino.
Da BBC
As enchentes em Santa Catarina, que mataram dezenas de pessoas e deixaram milhares desabrigadas, são sinal de que o impacto do aquecimento global sobre a Amazônia já está tendo um reflexo sobre o clima da América do Sul, diz artigo na edição desta terça-feira (25) do jornal argentino, "Clarín".
"Começa então a se cumprir, muito antes do previsto, o que vêm advertindo os cientistas, entre eles os do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas. (...) As mudanças na floresta amazônica, em conseqüência do aquecimento global e da ação destrutiva do homem, já começaram a se fazer sentir no Cone Sul", diz o diário.
"As tempestades em Santa Catarina, simultaneamente às fortes secas no Chaco, em Buenos Aires, La Pampa, Santa Fé e Córdoba" são citados pelo artigo como reflexos de mudanças na Amazônia.
O Clarín ouviu dois especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) para explicar o fenômeno.
Segundo o jornal, "o físico Antônio Ozimar Manzi afirmou: 'Esta zona (que inclui a selva no Brasil e mais outros oito países da região) é a principal fonte de precipitações na região'. E tudo o que acontecer modificará de maneira decisiva o clima no sul e no norte da América do Sul".
Paulo Artaxa, também ouvido pelo jornal argentino, explica que "no céu da Amazônia há um sistema eficaz de aproveitamento do vapor d'água (...) mas a fumaça dos incêndios florestais altera drasticamente este mecanismo: diminui a formação de nuvens e chuvas em algumas regiões e aumenta as tempestades em outras".
O Clarín conclui que "não é de se estranhar fenômenos como as inundações de Santa Cataria quanto a seca no norte, centro e leste da Argentina".
"Não são castigos divinos, mas bem humanos."
Da BBC
As enchentes em Santa Catarina, que mataram dezenas de pessoas e deixaram milhares desabrigadas, são sinal de que o impacto do aquecimento global sobre a Amazônia já está tendo um reflexo sobre o clima da América do Sul, diz artigo na edição desta terça-feira (25) do jornal argentino, "Clarín".
"Começa então a se cumprir, muito antes do previsto, o que vêm advertindo os cientistas, entre eles os do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas. (...) As mudanças na floresta amazônica, em conseqüência do aquecimento global e da ação destrutiva do homem, já começaram a se fazer sentir no Cone Sul", diz o diário.
"As tempestades em Santa Catarina, simultaneamente às fortes secas no Chaco, em Buenos Aires, La Pampa, Santa Fé e Córdoba" são citados pelo artigo como reflexos de mudanças na Amazônia.
O Clarín ouviu dois especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) para explicar o fenômeno.
Segundo o jornal, "o físico Antônio Ozimar Manzi afirmou: 'Esta zona (que inclui a selva no Brasil e mais outros oito países da região) é a principal fonte de precipitações na região'. E tudo o que acontecer modificará de maneira decisiva o clima no sul e no norte da América do Sul".
Paulo Artaxa, também ouvido pelo jornal argentino, explica que "no céu da Amazônia há um sistema eficaz de aproveitamento do vapor d'água (...) mas a fumaça dos incêndios florestais altera drasticamente este mecanismo: diminui a formação de nuvens e chuvas em algumas regiões e aumenta as tempestades em outras".
O Clarín conclui que "não é de se estranhar fenômenos como as inundações de Santa Cataria quanto a seca no norte, centro e leste da Argentina".
"Não são castigos divinos, mas bem humanos."
Floresta amazônica perdeu 11.968 km² em um ano, aponta Inpe
Área é 3,8% maior que a registrada no período anterior.
Segundo diretor do instituto, dado aponta estabilização do desmatamento.
Dennis Barbosa
Do Globo Amazônia, em São José dos Campos
A Amazônia Legal sofreu um desmatamento de 11.968 km² entre agosto de 2007 e julho de 2008, segundo dados do sistema Prodes, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgados nesta sexta-feira (28).
O dado aponta um crescimento de 3,8% em relação ao período anterior (agosto de 2006 a julho de 2007), quando o instituto registrou 11.532 km² de devastação. A margem de erro da medição, contudo, é de 5% para cima ou para baixo. "Estatisticamente, estamos no mesmo patamar de 2007”, afirmou o diretor do Inpe, Gilberto Câmara, que interpreta dos dados como uma estabilização do ritmo de devastação.
A Amazônia Legal sofreu um desmatamento de 11.968 km² entre agosto de 2007 e julho de 2008, segundo dados do sistema Prodes, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgados nesta sexta-feira (28).
O dado aponta um crescimento de 3,8% em relação ao período anterior (agosto de 2006 a julho de 2007), quando o instituto registrou 11.532 km² de devastação. A margem de erro da medição, contudo, é de 5% para cima ou para baixo. "Estatisticamente, estamos no mesmo patamar de 2007”, afirmou o diretor do Inpe, Gilberto Câmara, que interpreta dos dados como uma estabilização do ritmo de devastação.
Anual, o Prodes é o sistema mais detalhado de monitoramento de desmatamento. A área medida se refere somente ao desmatamento por corte raso, ou seja, o estágio final de devastação em que o solo já foi tomado por vegetação de pastagem.
O diretor se mostrou satisfeito com o resultado, pois a expectativa era de um aumento da devastação. “Temos motivos para ficar aliviados por o desmatamento ter se estabilizado”, afirmou Câmara.
O monitoramento de queimadas, outro sistema do Inpe, dava fortes indicativos desse possível aumento, pois, na comparação dos períodos de agosto de 2006 a julho de 2007 e agosto de 2007 a julho de 2008, houve crescimento de mais de 50% na quantidade de focos de incêndio na região.
As queimadas, explicou Câmara, são um sinal de degradação da floresta que pode resultar em corte raso. “Havia uma tendência de recrudescimento do desmatamento que não aconteceu por uma combinação de medidas coercitivas do governo e pressões de mercado”, analisou o diretor do Inpe. Ele alertou, no entanto, que a suspensão de medidas que coíbem o desflorestamento permitirão que seu ritmo volte a se acelerar. "Nós medimos a temperatura do paciente, mas isso não quer dizer que ele tenha saído da UTI", comparou.
Na análise por estado, o Pará aparece como campeão de desmatamento, com 5.180 km² perdidos. Ainda assim, em comparação com os dados 2006-2007, quando se registraram 5.425 km², houve uma redução de 4,5%.
O Prodes faz o processamento digital e visual de imagens do sistema Landsat (da Nasa). Para a produção dos dados divulgados nesta sexta-feira, foram analisadas 85 imagens das áreas onde, no ano anterior, se verificou a ocorrência de 94% do desmatamento. Com base nesses dados o Inpe chegou ao número de 11.968 km² , que deve sofrer, até maio, uma correção dentro da margem de erro de 5%.
Segundo diretor do instituto, dado aponta estabilização do desmatamento.
Dennis Barbosa
Do Globo Amazônia, em São José dos Campos
A Amazônia Legal sofreu um desmatamento de 11.968 km² entre agosto de 2007 e julho de 2008, segundo dados do sistema Prodes, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgados nesta sexta-feira (28).
O dado aponta um crescimento de 3,8% em relação ao período anterior (agosto de 2006 a julho de 2007), quando o instituto registrou 11.532 km² de devastação. A margem de erro da medição, contudo, é de 5% para cima ou para baixo. "Estatisticamente, estamos no mesmo patamar de 2007”, afirmou o diretor do Inpe, Gilberto Câmara, que interpreta dos dados como uma estabilização do ritmo de devastação.
A Amazônia Legal sofreu um desmatamento de 11.968 km² entre agosto de 2007 e julho de 2008, segundo dados do sistema Prodes, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgados nesta sexta-feira (28).
O dado aponta um crescimento de 3,8% em relação ao período anterior (agosto de 2006 a julho de 2007), quando o instituto registrou 11.532 km² de devastação. A margem de erro da medição, contudo, é de 5% para cima ou para baixo. "Estatisticamente, estamos no mesmo patamar de 2007”, afirmou o diretor do Inpe, Gilberto Câmara, que interpreta dos dados como uma estabilização do ritmo de devastação.
Anual, o Prodes é o sistema mais detalhado de monitoramento de desmatamento. A área medida se refere somente ao desmatamento por corte raso, ou seja, o estágio final de devastação em que o solo já foi tomado por vegetação de pastagem.
O diretor se mostrou satisfeito com o resultado, pois a expectativa era de um aumento da devastação. “Temos motivos para ficar aliviados por o desmatamento ter se estabilizado”, afirmou Câmara.
O monitoramento de queimadas, outro sistema do Inpe, dava fortes indicativos desse possível aumento, pois, na comparação dos períodos de agosto de 2006 a julho de 2007 e agosto de 2007 a julho de 2008, houve crescimento de mais de 50% na quantidade de focos de incêndio na região.
As queimadas, explicou Câmara, são um sinal de degradação da floresta que pode resultar em corte raso. “Havia uma tendência de recrudescimento do desmatamento que não aconteceu por uma combinação de medidas coercitivas do governo e pressões de mercado”, analisou o diretor do Inpe. Ele alertou, no entanto, que a suspensão de medidas que coíbem o desflorestamento permitirão que seu ritmo volte a se acelerar. "Nós medimos a temperatura do paciente, mas isso não quer dizer que ele tenha saído da UTI", comparou.
Na análise por estado, o Pará aparece como campeão de desmatamento, com 5.180 km² perdidos. Ainda assim, em comparação com os dados 2006-2007, quando se registraram 5.425 km², houve uma redução de 4,5%.
O Prodes faz o processamento digital e visual de imagens do sistema Landsat (da Nasa). Para a produção dos dados divulgados nesta sexta-feira, foram analisadas 85 imagens das áreas onde, no ano anterior, se verificou a ocorrência de 94% do desmatamento. Com base nesses dados o Inpe chegou ao número de 11.968 km² , que deve sofrer, até maio, uma correção dentro da margem de erro de 5%.
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