Ao fazer um balanço sobre as conquistas e a situação dos trabalhadores brasileiros, nestes dias em que se comemora o Dia do Trabalho, parlamentares da bancada do PT na Câmara avaliaram que, chama a atenção neste momento o fato de que no Brasil, apesar da crise internacional, os trabalhadores foram menos penalizados do que os dos demais países do mundo. Essa blindagem, afirmam, é resultado das ações estruturantes do Governo Lula, com investimento histórico que permitiu o fortalecimento do mercado interno e as obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
“Além dos diversos avanços na legislação trabalhista que tivemos nos últimos anos, os trabalhadores brasileiros estão em condições bem mais favoráveis que muitos outros países afetados com a crise internacional. Este fato, por si só, já é motivo de muita comemoração”, afirmou o deputado Vicentinho (PT-SP). Segundo o petista, fatores como o aumento real do salário mínimo e a abertura de negociações com os sindicatos trabalhistas, ambos estreados no governo Lula, colocam o trabalhador brasileiro em um patamar de conquistas decisivas para o setor.
Redução da Jornada
Relator da subcomissão que trata da redução da jornada de trabalho, Vicentinho cita a demanda como o grande desafio. “Reduzir a jornada de 44h para 40h semanais e regulamentar a terceirização de mão-de-obra no País, são os principais desafios a partir de agora. Isso permitirá ao Brasil a manutenção do crescimento econômico com geração de empregos e distribuição de renda”, afirmou. Vicentinho adiantou que deverá apresentar nos próximos dias relatório favorável à redução da jornada.
Para o deputado Eudes Xavier (PT-CE) a redução da jornada de trabalho é um componente indispensável para que o País continue gerando mais postos de trabalhos. “Precisamos articular uma grande mobilização para ajudar nessa luta, que é histórica. Isso implicará em geração de mais empregos e mais qualidade de vida para o trabalhador brasileiro”, avaliou. Ele também cita a comdição favorável do trabalhador brasileiro frente aos de outros países.
Piso Salarial
A aprovação da lei que estipula um piso salarial para os professores brasileiros, lembra o petista, é uma conquista sem precedentes para os trabalhadores brasileiros. “Pela primeira vez no Brasil o 1º de maio (Dia do Trabalho) será comemorado com um piso de R$ 950 para os professores. Mesmo que em alguns estados brasileiros essa conquista ainda não tenha sido assegurada plenamente, é um grande diferencial. Trata-se do reconhecimento e da valorização desta importante categoria”, afirmou Eudes.
Investimentos
O deputado Fernando Nascimento(PT-PE)também destacou o desempenho da economia brasileira frente a crise e disse que o trabalhador já reconhece todo o esforço do governo Lula para evitar conseqüências mais graves. “Estamos sentindo a crise, mas em escala bem menor que outros países. O Brasileiro já tem a visão de que a crise não foi construída no Brasil e reconhece que a situação continua sob controle devido aos investimentos do PAC, que já injetou mais de R$ 650 milhões em todo o País. Todas as cidades brasileiras já receberam ou estão recebendo investimentos do PAC, isso foi de extrema importância para o país vivenciar a crise”, avaliou.
Fernando Nascimento destacou ainda o papel dos programas sociais, como o Bolsa Família, que injeta mensalmente recursos de ponta-a-ponta do país.
Liderança PT/Câmara
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Lula: Insinuações sobre Poupança são insanas e irresponsáveis
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta quinta-feira (30) as insinuações de que o governo mexeria na Caderneta de Poupança, prejudicando os aplicadores. Ele classificou os ataques de insanos, mentirosos e irresponsáveis.
"Fico preocupado quando as pessoas começam a brincar com a economia. Teve um partido que teve uma atitude insana, mentirosa, irresponsabilidade total, de dizer que o governo brasileiro iria mexer na poupança. O que essas pessoas não entendem é que o povo brasileiro me conhece, sabe do meu comportamento, sabe que eu não iria tomar nenhuma medida que prejudicasse", disse Lula.
Lula se referiu a propaganda do PPS. No programa eleitoral, o deputado Raul Jungmann (PPS-PE) afirma: “O governo vai mexer na poupança como fez o governo Collor”.
Lula evitou falar se alguma decisão já foi tomada. "Não discuto essas coisas. A equipe econômica vai discutir no momento que tiver que discutir. Aprendi com Ulysses Guimarães que de economia a gente não fala, porque se a gente falar, atrapalha. Mesmo que seja uma coisa boa."
Mais cedo, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, também abordou o assunto. Disse que a mudança na remuneração da poupança "não será feita da noite para o dia" e, como já garantido pelo presidente Lula, não prejudicará a população.
"O que vai mudar? Se tivéssemos solução, já teríamos anunciado. Não vamos fazer nada da noite para o dia. Não estamos fazendo escondido. Ninguém quer mexer na poupança como disse aquela propaganda mau caráter que teve na televisão. Faremos tudo de forma transparente", disse o ministro.
As declarações de Lula foram feitas diante de mil operários da CSA, em Santa Cruz, zona oeste do Rio, onde ele entregou o crachá funcional de número 30.000 para um funcionário recém admitido. O complexo siderúrgico da CSA recebeu financiamento do BNDES de R$ 1,49 bilhão. O grupo tem duas obras previstas no PAC.
presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta quinta-feira (30)eis
as insinuações de que o governo mexeria na Caderneta de Poupança, prejudicando os aplicadores. Ele classificou os ataques de insanos, mentirosos e irresponsáveis.
"Fico preocupado quando as pessoas começam a brincar com a economia. Teve um partido que teve uma atitude insana, mentirosa, irresponsabilidade total, de dizer que o governo brasileiro iria mexer na poupança. O que essas pessoas não entendem é que o povo brasileiro me conhece, sabe do meu comportamento, sabe que eu não iria tomar nenhuma medida que prejudicasse", disse Lula.
Lula se referiu a propaganda do PPS. No programa eleitoral, o deputado Raul Jungmann (PPS-PE) afirma: “O governo vai mexer na poupança como fez o governo Collor”.
Lula evitou falar se alguma decisão já foi tomada. "Não discuto essas coisas. A equipe econômica vai discutir no momento que tiver que discutir. Aprendi com Ulysses Guimarães que de economia a gente não fala, porque se a gente falar, atrapalha. Mesmo que seja uma coisa boa."
Mais cedo, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, também abordou o assunto. Disse que a mudança na remuneração da poupança "não será feita da noite para o dia" e, como já garantido pelo presidente Lula, não prejudicará a população.
"O que vai mudar? Se tivéssemos solução, já teríamos anunciado. Não vamos fazer nada da noite para o dia. Não estamos fazendo escondido. Ninguém quer mexer na poupança como disse aquela propaganda mau caráter que teve na televisão. Faremos tudo de forma transparente", disse o ministro.
As declarações de Lula foram feitas diante de mil operários da CSA, em Santa Cruz, zona oeste do Rio, onde ele entregou o crachá funcional de número 30.000 para um funcionário recém admitido. O complexo siderúrgico da CSA recebeu financiamento do BNDES de R$ 1,49 bilhão. O grupo tem duas obras previstas no PAC.
"Fico preocupado quando as pessoas começam a brincar com a economia. Teve um partido que teve uma atitude insana, mentirosa, irresponsabilidade total, de dizer que o governo brasileiro iria mexer na poupança. O que essas pessoas não entendem é que o povo brasileiro me conhece, sabe do meu comportamento, sabe que eu não iria tomar nenhuma medida que prejudicasse", disse Lula.
Lula se referiu a propaganda do PPS. No programa eleitoral, o deputado Raul Jungmann (PPS-PE) afirma: “O governo vai mexer na poupança como fez o governo Collor”.
Lula evitou falar se alguma decisão já foi tomada. "Não discuto essas coisas. A equipe econômica vai discutir no momento que tiver que discutir. Aprendi com Ulysses Guimarães que de economia a gente não fala, porque se a gente falar, atrapalha. Mesmo que seja uma coisa boa."
Mais cedo, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, também abordou o assunto. Disse que a mudança na remuneração da poupança "não será feita da noite para o dia" e, como já garantido pelo presidente Lula, não prejudicará a população.
"O que vai mudar? Se tivéssemos solução, já teríamos anunciado. Não vamos fazer nada da noite para o dia. Não estamos fazendo escondido. Ninguém quer mexer na poupança como disse aquela propaganda mau caráter que teve na televisão. Faremos tudo de forma transparente", disse o ministro.
As declarações de Lula foram feitas diante de mil operários da CSA, em Santa Cruz, zona oeste do Rio, onde ele entregou o crachá funcional de número 30.000 para um funcionário recém admitido. O complexo siderúrgico da CSA recebeu financiamento do BNDES de R$ 1,49 bilhão. O grupo tem duas obras previstas no PAC.
presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta quinta-feira (30)eis
as insinuações de que o governo mexeria na Caderneta de Poupança, prejudicando os aplicadores. Ele classificou os ataques de insanos, mentirosos e irresponsáveis.
"Fico preocupado quando as pessoas começam a brincar com a economia. Teve um partido que teve uma atitude insana, mentirosa, irresponsabilidade total, de dizer que o governo brasileiro iria mexer na poupança. O que essas pessoas não entendem é que o povo brasileiro me conhece, sabe do meu comportamento, sabe que eu não iria tomar nenhuma medida que prejudicasse", disse Lula.
Lula se referiu a propaganda do PPS. No programa eleitoral, o deputado Raul Jungmann (PPS-PE) afirma: “O governo vai mexer na poupança como fez o governo Collor”.
Lula evitou falar se alguma decisão já foi tomada. "Não discuto essas coisas. A equipe econômica vai discutir no momento que tiver que discutir. Aprendi com Ulysses Guimarães que de economia a gente não fala, porque se a gente falar, atrapalha. Mesmo que seja uma coisa boa."
Mais cedo, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, também abordou o assunto. Disse que a mudança na remuneração da poupança "não será feita da noite para o dia" e, como já garantido pelo presidente Lula, não prejudicará a população.
"O que vai mudar? Se tivéssemos solução, já teríamos anunciado. Não vamos fazer nada da noite para o dia. Não estamos fazendo escondido. Ninguém quer mexer na poupança como disse aquela propaganda mau caráter que teve na televisão. Faremos tudo de forma transparente", disse o ministro.
As declarações de Lula foram feitas diante de mil operários da CSA, em Santa Cruz, zona oeste do Rio, onde ele entregou o crachá funcional de número 30.000 para um funcionário recém admitido. O complexo siderúrgico da CSA recebeu financiamento do BNDES de R$ 1,49 bilhão. O grupo tem duas obras previstas no PAC.
Justiça suspende seleção do Crédito Educativo em Araguaina
A Justiça em Araguaína suspendeu todo o processo do programa de Crédito Educativo, alvo de denúncias de irregularidades na seleção dos beneficiários. A decisão é originária de uma ação popular impetrada pelo advogado Rubismarks Saraiva em favor do acadêmico do curso de Pedagogia, do Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos (Itpac) Raimundo Nonato Luz Cardoso.
A ação deferida nesta quarta-feira, 29, pela juíza da 2ª Vara da Fazenda Pública de Araguaína, Milene de Carvalho Henrique, que decidiu pela suspensão.
Após a lista de pré-selecionados com o benefício divulgada em março pela prefeitura do município, o acadêmico se sentiu lesado, protocolou denúncia junto ao Ministério Público Estadual (MPE) em virtude das possíveis irregularidades e de “privilégios”.
A decisão foi comemorada por ele. “A justiça tarda, mas não falha e a partir de agora todo o processo será reiniciado”.
PORTAL CT
A ação deferida nesta quarta-feira, 29, pela juíza da 2ª Vara da Fazenda Pública de Araguaína, Milene de Carvalho Henrique, que decidiu pela suspensão.
Após a lista de pré-selecionados com o benefício divulgada em março pela prefeitura do município, o acadêmico se sentiu lesado, protocolou denúncia junto ao Ministério Público Estadual (MPE) em virtude das possíveis irregularidades e de “privilégios”.
A decisão foi comemorada por ele. “A justiça tarda, mas não falha e a partir de agora todo o processo será reiniciado”.
PORTAL CT
Maioria dos ministros do STF vota pela revogação da Lei de Imprensa
Placar ainda não confirma revogação, pois votos podem ser mudados.
Sessão foi suspensa após voto da ministra Ellen Gracie.
Seis ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) já votaram a favor da revogação total da Lei 5.260/67, a Lei de Imprensa, na sessão plenária desta quinta-feira (30). O placar, porém, ainda não garante a anulação da lei, pois até o fim do julgamento os ministros têm a possibilidade de alterarem seus votos. Caso a lei seja derrubada, acabam as penas de prisão específicas para jornalistas.
Carlos Ayres Britto, Eros Grau, Carlos Alberto Menezes Direito, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia e Cezar Peluso acataram a ação protocolada pelo PDT, que pedia a anulação da legislação – editada em 1967, durante a ditadura militar. Joaquim Barbosa e Ellen Gracie votaram pela revogação de apenas alguns itens da lei. A sessão foi suspensa para intervalo após o voto de Gracie.
Em fevereiro do ano passado, os ministros da Corte haviam concedido liminar (decisão provisória) que suspendeu a aplicação de 22 dos 77 artigos da lei. No julgamento, os ministros devem revogar a lei em sua totalidade. A legislação prevê penas específicas para jornalistas, como, por exemplo, a prisão por calúnia, injúria ou difamação e a censura para “espetáculos e diversões públicas."
Se a decisão for pela revogação, os juízes de todo o país estarão proibidos de tomar decisões com base na Lei de Imprensa. Eles, porém, poderiam realizar julgamentos de jornalistas, com base no Código Penal, que prevê penas mais brandas. Enquanto no Código Penal as penas não passam de dois anos de prisão, na Lei de Imprensa as penas chegam a três anos de reclusão.
Julgamento
O julgamento foi iniciado no dia 1º de abril, quando apenas dois ministros votaram, ambos a favor da revogação da lei. Na ocasião, o relator do processo, ministro Carlos Ayres Britto, defendeu que a Lei de Imprensa não foi aceita pela Constituição de 1988. Único a votar naquele dia após o relator, Eros Grau seguiu o entendimento.
Nesta quinta (30), a análise foi retomada com o voto do ministro Carlos Alberto Menezes Direito, que também votou pela revogação da lei. Para ele, “o preço do silêncio é muito mais caro que o preço da livre circulação das ideias”. Direito acrescentou que a legislação é incompatível com o sistema constitucional de 1988. “Os regimes totalitários podem conviver com o voto, jamais com a liberdade de expressão”, defendeu.
Na sequencia, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski e Cezar Peluso seguiram o entendimento. Somente Joaquim Barbosa e Ellen Gracie votaram pela revogação parcial da lei. Ellen pediu a manutenção de normas que tratam de propaganda de guerra e porturbação da ordem social, além de artigos que preveem penas “mais pesadas” para jornalistas que cometam crimes de injúria, calúnia e difamação.
Barbosa, que participa de sua primeira sessão plenária após o bate-boca que travou no último dia 22 com o presidente do STF, Gilmar Mendes, votou pela manutenção dos itens que tratam da calúnia, injúria e difamação, por considerar que “a imprensa pode destruir vida de pessoas privadas, como nós temos assistido nesse país."
Do G1
Sessão foi suspensa após voto da ministra Ellen Gracie.
Seis ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) já votaram a favor da revogação total da Lei 5.260/67, a Lei de Imprensa, na sessão plenária desta quinta-feira (30). O placar, porém, ainda não garante a anulação da lei, pois até o fim do julgamento os ministros têm a possibilidade de alterarem seus votos. Caso a lei seja derrubada, acabam as penas de prisão específicas para jornalistas.
Carlos Ayres Britto, Eros Grau, Carlos Alberto Menezes Direito, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia e Cezar Peluso acataram a ação protocolada pelo PDT, que pedia a anulação da legislação – editada em 1967, durante a ditadura militar. Joaquim Barbosa e Ellen Gracie votaram pela revogação de apenas alguns itens da lei. A sessão foi suspensa para intervalo após o voto de Gracie.
Em fevereiro do ano passado, os ministros da Corte haviam concedido liminar (decisão provisória) que suspendeu a aplicação de 22 dos 77 artigos da lei. No julgamento, os ministros devem revogar a lei em sua totalidade. A legislação prevê penas específicas para jornalistas, como, por exemplo, a prisão por calúnia, injúria ou difamação e a censura para “espetáculos e diversões públicas."
Se a decisão for pela revogação, os juízes de todo o país estarão proibidos de tomar decisões com base na Lei de Imprensa. Eles, porém, poderiam realizar julgamentos de jornalistas, com base no Código Penal, que prevê penas mais brandas. Enquanto no Código Penal as penas não passam de dois anos de prisão, na Lei de Imprensa as penas chegam a três anos de reclusão.
Julgamento
O julgamento foi iniciado no dia 1º de abril, quando apenas dois ministros votaram, ambos a favor da revogação da lei. Na ocasião, o relator do processo, ministro Carlos Ayres Britto, defendeu que a Lei de Imprensa não foi aceita pela Constituição de 1988. Único a votar naquele dia após o relator, Eros Grau seguiu o entendimento.
Nesta quinta (30), a análise foi retomada com o voto do ministro Carlos Alberto Menezes Direito, que também votou pela revogação da lei. Para ele, “o preço do silêncio é muito mais caro que o preço da livre circulação das ideias”. Direito acrescentou que a legislação é incompatível com o sistema constitucional de 1988. “Os regimes totalitários podem conviver com o voto, jamais com a liberdade de expressão”, defendeu.
Na sequencia, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski e Cezar Peluso seguiram o entendimento. Somente Joaquim Barbosa e Ellen Gracie votaram pela revogação parcial da lei. Ellen pediu a manutenção de normas que tratam de propaganda de guerra e porturbação da ordem social, além de artigos que preveem penas “mais pesadas” para jornalistas que cometam crimes de injúria, calúnia e difamação.
Barbosa, que participa de sua primeira sessão plenária após o bate-boca que travou no último dia 22 com o presidente do STF, Gilmar Mendes, votou pela manutenção dos itens que tratam da calúnia, injúria e difamação, por considerar que “a imprensa pode destruir vida de pessoas privadas, como nós temos assistido nesse país."
Do G1
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Movimentos sociais repudiam onda conservadora no Pará
Nos últimos dez dias, o Pará e o Brasil têm sido notícia na imprensa, nacional e internacional, devido aos conflitos no campo, em especial aos recentes acontecimentos onde cerca de dez pessoas ficaram feridas no confronto entre trabalhadores rurais e jagunços da fazenda Santa Bárbara, que tem como sócio o banqueiro Daniel Dantas. A representante dos latifundiários no Senado, Kátia Abreu (DEM-TO) chegou a pedir intervenção no Pará. Os movimentos sociais repudiam a onda conservadora.
O clima na região é tenso, pois os sem-terra estão acampados na Fazenda Espírito Santo, a 35 quilômetros da fazenda Santa Bárbara, com presença de seguranças contratados por latifundiários da região. Para apimentar mais os acontecimentos, a senadora Kátia Abreu, representando interesses dos grandes latifundiários do país, pede intervenção federal no Pará, para, segundo ela, reintegrar 111 propriedades.
A grande questão é que atualmente existe, por parte dos setores conservadores do país, uma tentativa de criminalizar os movimentos sociais no Brasil, ao mesmo tempo que busca desgastar governos democráticos como o de Lula e de Ana Júlia. Governos estes eleitos legitimamente em repúdio ao projeto conservador que era implementado no Brasil e no Pará, apoiados por grandes banqueiros e latifundiários.
Buscando combater as atitudes desses setores que buscam retomar seus projetos de saque das riquezas do Brasil e do Pará, os movimentos sociais lançaram uma nota pública denunciando toda essa situação.
Segue abaixo a nota dos movimentos sociais:
Nova onda conservadora contra os movimentos sociais
Uma nova onda conservadora, de tentativa de criminalização dos movimentos sociais, volta a se manifestar no Brasil e no Pará. As viúvas dos neoliberais, sequiosas pela volta de um projeto antidemocrático para governar o Brasil e o Pará tiveram a ousadia de propor, junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) a intervenção no Governo do Estado do Pará.
O governo de Ana Júlia é um governo legitimamente eleito, fruto de um processo democrático, sintonizado com o projeto popular coordenado atualmente pelo presidente Lula. Diferente dos governos tucanos, apoiados pelo DEM, partido da Senadora Kátia Abreu, o governo atual mantém um canal de diálogo com todos os movimentos sociais e tem um entendimento novo sobre a questão dos direitos humanos. Comungamos da opinião de que o problema fundiário na Amazônia e no Pará é complexo e que não deve ser tratado como caso de polícia.
A Constituição Federal, ao mesmo tempo, que assegura aos brasileiros o direito de propriedade, assegura também de que esta propriedade sirva a uma função social. Só daremos resposta aos graves problemas sociais que ainda enfrentamos na medida em que haja desenvolvimento com a valorização do trabalho, que milhões sejam efetivamente integrados à produção e através de uma reforma agrária antilatifundiária e justa.
A crise do capitalismo que atinge o mundo, fruto da cobiça do sistema financeiro, não será paga pelo povo brasileiro e paraense, em particular os trabalhadores. Exige sim, respostas avançadas que atendam aos setores produtivos com investimento na infra-estrutura, fortalecimento do mercado interno, que gera emprego e renda, e que garanta os direitos sociais.
Neste sentido, as diversas organizações de trabalhadores, moradores, jovens, estudantes, acadêmicos e outras vêm manifestar o seu repúdio à proposta de intervenção em nosso Estado. O povo paraense, herdeiro da Cabanagem, dirige o seu destino. Aqui tem governo e tem povo que sabe o que quer.
Não à intervenção no Estado do Pará
Não à criminalização dos movimentos sociais
Por um projeto de desenvolvimento com valorização do trabalho
ALESSA – Associação de Livre Expressão de Ananindeua
ANEPS- Articulação Nacional de Movimentos e Pratica de Educação Popular e Saúde
AGALT AMAZON – Associação de Gays e Lésbicas
AGRAS – Associação dos Graduados em Filosofia
APOLO – Grupo pela Livre Orientação Sexual
AMOR – Associação Movimento Regae Afro Cultural
AMJB- Associação de Moradores do Jardim Brasil
CONSELHO MUNICIPAL DO NEGRO BELÉM
CONSELHO COMUNITARIO DO GUAMÁ
CONAM- Confederação nacional das Associações de Moradores
CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
CUT – Central Única dos Trabalhadores
COR- Cidadania Orgulho e Respeito
DIAMANTE NEGRO
FEDERAÇÃO ESPIRITA UBANDISTA DE CULTOS AFRO BRASILEIRO DO PARÁ
FESAT - Federação Estadual de Atores, Autores e Técnicos de Teatro
FORUM ESTADUAL DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA
FEMECAM- Federação Metropolitana de Centro Comunitário e Associação de Moradores
FMAP- Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense
FPSANS- Fórum Paraense de Segurança Alimentar Nutricional e Saúde
GRUPO IGUALDADE E RESPEITO
Grupo IDEM Igualdade para Todos
GHC- Grupo Homossexual de Castanhal
GHI- Grupo de Homossexuais de Igarapé-Miri
GHP- Grupo Homossexual do Pará
INSTITUO NANGETU
MHB – Movimento Homossexual de Belém
MHM- Movimento Homossexual de Marabá
MNLN- Movimento Nacional de Luta pela Moradia
Movimento GLTTB da UFPA Orquídeas
MORHAN- Movimento de Proteção a Pessoas Atingidas Pela Hanseníase
MOCAMBO
NCST- Nova Centra Sindical dos Trabalhadores
SDDH – Sociedade Paraense de Defesa aos Direitos Humanos
STIUPA- Sindicato dos Urbanitários do Pará
SINDICATO DOS BANCARIOS DO ESTADO DO PARÁ E AMAPÁ
SEPUB- Sindicato dos Servidores Público e Civis do estado do Pará
SINDSAUDE- Sindicato dos Trabalhadores em Saúde Pública do Estado do Pará
SINDPREVS- Sindicato dos Trabalhadores da Previdência Social do Ministério da Saúde
SINDELPA- Sindicato dos Eletricitários do Estado do Pará
SINDFORTE- Sindicato dos Trabalhadores Transporte de Valores e Escolta Armada
SODIREITOS- Sociedade de Defesa dos Direitos Sexuais na Amazônia
OPINIO IURIS
UGT- União Geral dos Trabalhadores
UBM- União Brasileira de Mulheres
UBES- União Brasileira dos Estudantes Secundaristas
UMES- União Metropolitana dos Estudantes Secundaristas
UNE- União Nacional dos Estudantes
UAP- União Acadêmica Paraense
UJS- União da Juventude Socialista
UECSP- União dos Estudantes Secundaristas do Pará
UNEGRO- União dos Negros pela Liberdade
Com informações do site Vermelho
O clima na região é tenso, pois os sem-terra estão acampados na Fazenda Espírito Santo, a 35 quilômetros da fazenda Santa Bárbara, com presença de seguranças contratados por latifundiários da região. Para apimentar mais os acontecimentos, a senadora Kátia Abreu, representando interesses dos grandes latifundiários do país, pede intervenção federal no Pará, para, segundo ela, reintegrar 111 propriedades.
A grande questão é que atualmente existe, por parte dos setores conservadores do país, uma tentativa de criminalizar os movimentos sociais no Brasil, ao mesmo tempo que busca desgastar governos democráticos como o de Lula e de Ana Júlia. Governos estes eleitos legitimamente em repúdio ao projeto conservador que era implementado no Brasil e no Pará, apoiados por grandes banqueiros e latifundiários.
Buscando combater as atitudes desses setores que buscam retomar seus projetos de saque das riquezas do Brasil e do Pará, os movimentos sociais lançaram uma nota pública denunciando toda essa situação.
Segue abaixo a nota dos movimentos sociais:
Nova onda conservadora contra os movimentos sociais
Uma nova onda conservadora, de tentativa de criminalização dos movimentos sociais, volta a se manifestar no Brasil e no Pará. As viúvas dos neoliberais, sequiosas pela volta de um projeto antidemocrático para governar o Brasil e o Pará tiveram a ousadia de propor, junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) a intervenção no Governo do Estado do Pará.
O governo de Ana Júlia é um governo legitimamente eleito, fruto de um processo democrático, sintonizado com o projeto popular coordenado atualmente pelo presidente Lula. Diferente dos governos tucanos, apoiados pelo DEM, partido da Senadora Kátia Abreu, o governo atual mantém um canal de diálogo com todos os movimentos sociais e tem um entendimento novo sobre a questão dos direitos humanos. Comungamos da opinião de que o problema fundiário na Amazônia e no Pará é complexo e que não deve ser tratado como caso de polícia.
A Constituição Federal, ao mesmo tempo, que assegura aos brasileiros o direito de propriedade, assegura também de que esta propriedade sirva a uma função social. Só daremos resposta aos graves problemas sociais que ainda enfrentamos na medida em que haja desenvolvimento com a valorização do trabalho, que milhões sejam efetivamente integrados à produção e através de uma reforma agrária antilatifundiária e justa.
A crise do capitalismo que atinge o mundo, fruto da cobiça do sistema financeiro, não será paga pelo povo brasileiro e paraense, em particular os trabalhadores. Exige sim, respostas avançadas que atendam aos setores produtivos com investimento na infra-estrutura, fortalecimento do mercado interno, que gera emprego e renda, e que garanta os direitos sociais.
Neste sentido, as diversas organizações de trabalhadores, moradores, jovens, estudantes, acadêmicos e outras vêm manifestar o seu repúdio à proposta de intervenção em nosso Estado. O povo paraense, herdeiro da Cabanagem, dirige o seu destino. Aqui tem governo e tem povo que sabe o que quer.
Não à intervenção no Estado do Pará
Não à criminalização dos movimentos sociais
Por um projeto de desenvolvimento com valorização do trabalho
ALESSA – Associação de Livre Expressão de Ananindeua
ANEPS- Articulação Nacional de Movimentos e Pratica de Educação Popular e Saúde
AGALT AMAZON – Associação de Gays e Lésbicas
AGRAS – Associação dos Graduados em Filosofia
APOLO – Grupo pela Livre Orientação Sexual
AMOR – Associação Movimento Regae Afro Cultural
AMJB- Associação de Moradores do Jardim Brasil
CONSELHO MUNICIPAL DO NEGRO BELÉM
CONSELHO COMUNITARIO DO GUAMÁ
CONAM- Confederação nacional das Associações de Moradores
CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
CUT – Central Única dos Trabalhadores
COR- Cidadania Orgulho e Respeito
DIAMANTE NEGRO
FEDERAÇÃO ESPIRITA UBANDISTA DE CULTOS AFRO BRASILEIRO DO PARÁ
FESAT - Federação Estadual de Atores, Autores e Técnicos de Teatro
FORUM ESTADUAL DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA
FEMECAM- Federação Metropolitana de Centro Comunitário e Associação de Moradores
FMAP- Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense
FPSANS- Fórum Paraense de Segurança Alimentar Nutricional e Saúde
GRUPO IGUALDADE E RESPEITO
Grupo IDEM Igualdade para Todos
GHC- Grupo Homossexual de Castanhal
GHI- Grupo de Homossexuais de Igarapé-Miri
GHP- Grupo Homossexual do Pará
INSTITUO NANGETU
MHB – Movimento Homossexual de Belém
MHM- Movimento Homossexual de Marabá
MNLN- Movimento Nacional de Luta pela Moradia
Movimento GLTTB da UFPA Orquídeas
MORHAN- Movimento de Proteção a Pessoas Atingidas Pela Hanseníase
MOCAMBO
NCST- Nova Centra Sindical dos Trabalhadores
SDDH – Sociedade Paraense de Defesa aos Direitos Humanos
STIUPA- Sindicato dos Urbanitários do Pará
SINDICATO DOS BANCARIOS DO ESTADO DO PARÁ E AMAPÁ
SEPUB- Sindicato dos Servidores Público e Civis do estado do Pará
SINDSAUDE- Sindicato dos Trabalhadores em Saúde Pública do Estado do Pará
SINDPREVS- Sindicato dos Trabalhadores da Previdência Social do Ministério da Saúde
SINDELPA- Sindicato dos Eletricitários do Estado do Pará
SINDFORTE- Sindicato dos Trabalhadores Transporte de Valores e Escolta Armada
SODIREITOS- Sociedade de Defesa dos Direitos Sexuais na Amazônia
OPINIO IURIS
UGT- União Geral dos Trabalhadores
UBM- União Brasileira de Mulheres
UBES- União Brasileira dos Estudantes Secundaristas
UMES- União Metropolitana dos Estudantes Secundaristas
UNE- União Nacional dos Estudantes
UAP- União Acadêmica Paraense
UJS- União da Juventude Socialista
UECSP- União dos Estudantes Secundaristas do Pará
UNEGRO- União dos Negros pela Liberdade
Com informações do site Vermelho
1 de maio
Pelo Desenvolvimento com Trabalho, Renda e Direitos. Confira a programação da CUT nos estados
SÃO PAULO
Em São Paulo as atividades será decentralizadas com oito grandes celebrações em diferentes locais, sendo seis em municípios do interior e da região metropolitana e os demais na capital, em dois mais populosos da cidade. Além disso, as 17 subsedes da CUT estadual vão organizar atos e mobilizações.
Zona Sul de São Paulo - Avenida do Arvoreiro, altura do número 395, Parque das Árvores, Cidade Dutra - próxima à estação de trem do Grajaú. A partir das 9h, shows circenses de uma em uma hora. Das 10h às 18h, shows musicais. Às 15h, pausa para ato político com a presença de lideranças nacionais e estaduais da CUT e lideranças políticas. Ao longo do dia, serviços assistenciais e oficinas
Programação musical
Teatro Mágico
Tribo de Jah
Samprazer
Francis Lopes
Marcelo Viola e Ricardo
Francis Lopes
René Sobral
Fabulosa Banda do Coringa
Rosana Bronx
Sniper
Espetáculos e oficinas circenses com o grupo Tapias Voadores (espetáculos de hora em hora, intercalados por aulas de malabares e outras atividades culturais).
SERVIÇOS
Documentos
IIRGD - Emissão de 1.ª via da Carteira de Identificação (RG). É necessário apresentar a Certidão de Nascimento original (ou cópia autenticada) e duas fotos 3 x 4. Caso o usuário não possua as fotografias, o evento fornecerá gratuitamente. Menores devem estar acompanhados de um dos pais.
Sistecart - Encaminhamento de pedido de Certidão de Nascimento daqueles que nunca tiveram esse documento, Certidão de Casamento e Certidão de Óbito.
Ministério do Trabalho - Emissão de Carteira Profissional. É obrigatória apresentar o a Carteira de Identificação (RG) original ou a Certidão de Nascimento. Os homens podem apresentar a Carteira de Reservista. É necessária uma foto recente 3 x 4.
Escola Seqüencial - Palestra sobre trabalho e meio-ambiente.
Educação
Ciência em Show - Físicos da Universidade de São Paulo (USP) apresentarão um espetáculo direcionado às crianças e adultos com conceitos de física.
Beleza
Teruya Cabelereiros - Corte de cabelo feminino e masculino.
Saúde
Limpeza de Pele e Massagem - Tratamento de pele e massagem relaxante.
Sindsaúde - Orientação e vídeo sobre Sistema Único de Saúde (SUS).
Saúde da Mulher - Cejam - Coleta para papanicolau, pesquisa e orientação.
Podologia - Clínica JCA - Podólogos cuidam da saúde dos pés.
Pastoral da Criança - Pesagem dos bebês, orientação e a importância da multimistura.
Glicemia - Mediação, orientação e encaminhamento.
Escola Seqüencial - Modo correto e simples de fazer amaciante para roupas e perfumes.
Osteoporose - Exposição e orientação sobre alimentação adequada.
Cardiotech - Pesagem corpórea e aferição da pressão arterial.
Casa da AIDS (USP) - Prevenção, orientações, vídeos e palestras.
Associação Antialcoólica do Estado de São Paulo - Orientações e vídeos
Escovódromo - Escovação e orientação/higiene bucal.
Fotomática - Emissão de fotografias para documentos.
Oftalmologia - Prevenção do glaucoma e catarata e acuidade visual.
Do portal da CUT
SÃO PAULO
Em São Paulo as atividades será decentralizadas com oito grandes celebrações em diferentes locais, sendo seis em municípios do interior e da região metropolitana e os demais na capital, em dois mais populosos da cidade. Além disso, as 17 subsedes da CUT estadual vão organizar atos e mobilizações.
Zona Sul de São Paulo - Avenida do Arvoreiro, altura do número 395, Parque das Árvores, Cidade Dutra - próxima à estação de trem do Grajaú. A partir das 9h, shows circenses de uma em uma hora. Das 10h às 18h, shows musicais. Às 15h, pausa para ato político com a presença de lideranças nacionais e estaduais da CUT e lideranças políticas. Ao longo do dia, serviços assistenciais e oficinas
Programação musical
Teatro Mágico
Tribo de Jah
Samprazer
Francis Lopes
Marcelo Viola e Ricardo
Francis Lopes
René Sobral
Fabulosa Banda do Coringa
Rosana Bronx
Sniper
Espetáculos e oficinas circenses com o grupo Tapias Voadores (espetáculos de hora em hora, intercalados por aulas de malabares e outras atividades culturais).
SERVIÇOS
Documentos
IIRGD - Emissão de 1.ª via da Carteira de Identificação (RG). É necessário apresentar a Certidão de Nascimento original (ou cópia autenticada) e duas fotos 3 x 4. Caso o usuário não possua as fotografias, o evento fornecerá gratuitamente. Menores devem estar acompanhados de um dos pais.
Sistecart - Encaminhamento de pedido de Certidão de Nascimento daqueles que nunca tiveram esse documento, Certidão de Casamento e Certidão de Óbito.
Ministério do Trabalho - Emissão de Carteira Profissional. É obrigatória apresentar o a Carteira de Identificação (RG) original ou a Certidão de Nascimento. Os homens podem apresentar a Carteira de Reservista. É necessária uma foto recente 3 x 4.
Escola Seqüencial - Palestra sobre trabalho e meio-ambiente.
Educação
Ciência em Show - Físicos da Universidade de São Paulo (USP) apresentarão um espetáculo direcionado às crianças e adultos com conceitos de física.
Beleza
Teruya Cabelereiros - Corte de cabelo feminino e masculino.
Saúde
Limpeza de Pele e Massagem - Tratamento de pele e massagem relaxante.
Sindsaúde - Orientação e vídeo sobre Sistema Único de Saúde (SUS).
Saúde da Mulher - Cejam - Coleta para papanicolau, pesquisa e orientação.
Podologia - Clínica JCA - Podólogos cuidam da saúde dos pés.
Pastoral da Criança - Pesagem dos bebês, orientação e a importância da multimistura.
Glicemia - Mediação, orientação e encaminhamento.
Escola Seqüencial - Modo correto e simples de fazer amaciante para roupas e perfumes.
Osteoporose - Exposição e orientação sobre alimentação adequada.
Cardiotech - Pesagem corpórea e aferição da pressão arterial.
Casa da AIDS (USP) - Prevenção, orientações, vídeos e palestras.
Associação Antialcoólica do Estado de São Paulo - Orientações e vídeos
Escovódromo - Escovação e orientação/higiene bucal.
Fotomática - Emissão de fotografias para documentos.
Oftalmologia - Prevenção do glaucoma e catarata e acuidade visual.
Do portal da CUT
O vírus da gripe suína
A Organização Mundial de Saúde acabou de elevar para 5 o nível de risco que o mundo corre de uma pandemia iminente de gripe suína. Os níveis vão de 1 a 6. Estávamos, esta manhã, no nível 4.
Foi o ministro José Gomes Temporão que deu a notícia em meio a uma entrevista coletiva.
O Brasil tem 36 pacientes em investigação, sendo que dois são tratados como suspeitos de terem contraído o vírus - um em Minas Gerais e outro em São Paulo.
Foi o ministro José Gomes Temporão que deu a notícia em meio a uma entrevista coletiva.
O Brasil tem 36 pacientes em investigação, sendo que dois são tratados como suspeitos de terem contraído o vírus - um em Minas Gerais e outro em São Paulo.
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